“Apologia às Virgens Mães” de As Bahias e a Cozinha Mineira ganha clipe dirigido por Jaloo e grande festa

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Celebração pelo lançamento do primeiro clipe acontece no Centro Cultural São Paulo dia 6 de agosto

Dia 6 de agosto (sábado), às 19 horas, a banda As Bahias e a Cozinha Mineira, lança o videoclipe da música “Apologia as Virgens Mães”, em show, no Centro Cultural São Paulo.

Com direção de Jaloo, o vídeo, gravado na Casa das Caldeiras e no Mercado Municipal, mostra a dualidade da cidade e do campo, além de fazer uma comparação entre tradição e modernidade. O clipe será mostrado no inicio do show da banda. Na sequência Jaloo também se apresenta.

“Após conhecer e admirar a obra do artista paraense Jaloo e seus clipes, os quais tiveram a direção artística de Vitor Nunes Oliveira, tivemos uma imensa vontade de trabalhar com eles e convidá-los a dirigir nosso primeiro clipe”, conta Assucena.

O show é baseado no espetáculo Mulher, inspirado no disco homônimo, que faz uma viagem sonora rumo ao universo feminino.

Entre as releituras estão os clássicos “A Preta do Acarajé”, de Dorival Caymmi, “Vaca Profana” e “Mamãe Coragem”, de Caetano Veloso, e “Fé Cega, Faca Amolada”, de Milton Nascimento e Ronaldo Bastos. “Cada umas dessas músicas faz parte de pontos muito importante para o desenvolvimento da banda. Nós estudamos a fundo a obra de cada um desses compositores e também os trabalhos dos interpretes, como Gal Costa e Maria Bethânia”, salienta Raquel.

Serviço:
As Bahias e a Cozinha Mineira
Quando:
06/08 (19h)
Local: Centro Cultural São Paulo (Rua Vergueiro, 1.000, Paraíso)
Duração: 90min
Ingressos: R$25,00
Classificação: Livre

Sobre | As Bahias e a Cozinha Mineira

As Bahias e a Cozinha Mineira lança seu primeiro disco “Mulher”, elaborado entre os anos de 2012 e 2015, pelo trio de artistas Assucena Assucena, Rafael Acerbi e Raquel Virgínia. A narratividade poética e sonora do disco são as grandes tônicas da obra – “Mulher” apresenta paisagens da tradição e da modernidade da música brasileira de forma muito original e sensível. O título do álbum enlaça e compõe a transcendência da obra.

Assucena, Rafael e Raquel, se conheceram na faculdade de História da USP no ano de 2011 – a partir de então, iniciaram uma intensa amizade em torno de ideias musicais e artísticas. O nome da formação se deve ao fato de que as duas cantoras, transexuais, coincidentemente tinham o mesmo apelido “Bahia”, e o guitarrista mineiro Rafael que formaria a “cozinha” sonora da banda. Desde que começaram a se apresentar nas festas da USP, pelos anos de 2011, o grupo ficou conhecido por um show altamente performático e lúdico.

Ao longo do processo de composição a banda foi se formando, composta pelo guitarrista Rafael Acerbi, no piano e teclados Carlos Eduardo Samuel, baixo de Rob Ashtoffen, bateria de Vitor Coimbra, na percussão Danilo Moura e as intérpretes Raquel Virgínia e Assucena Assucena. A produção musical é assinada por Deivid Santos.

E assim o show “Mulher” tem sido executado: o figurino, cenário e a iluminação são pensados para trazer à tona toda a expressividade que a narrativa do disco propõe.

Ouça Mulher:

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