Instituto Tomie Ohtake apresenta Quando nós estamos? O Tempo e o Prêmio EDP nas Artes

Lucas Dupin, Tempo-revés, 2017. Crédito: Alessadra Haro

Na abertura da exposição, com obras dos vencedores de cinco edições, será lançado o programa de residência artística

Abertura: 08 de novembro, de 2017, às 19h – até 07 de janeiro de 2018

Matéria: Divulgação

Com novos trabalhos dos sete premiados das edições de 2009, 2010, 2012, 2014 e de 2016, ano em que o Prêmio EDP nas Artes passou a eleger três vencedores, Quando nós estamos? O Tempo e o Prêmio EDP nas Artes investiga a produção desses artistas sob a perspectiva dos acontecimentos ocorridos na arte e na sociedade durante esse período. A mostra reúne obras de Antonio Társis de Jesus; Carla Chaim; Lucas Dupin; Luisa Puterman; Jonas Van Holanda; Rodrigo Martins; e Virgílio Neto.

A proposta da exposição, realizada pelo Núcleo de Pesquisa e Curadoria do Instituto Tomie Ohtake – formado por Paulo Miyada, Carolina de Angelis, Luise Malmaceda, Priscyla Gomes e Theo Monteiro –, consistiu na produção de uma linha do tempo coletiva, construída pelos artistas e pelos curadores, em que cada um escolheu por seus próprios critérios acontecimentos dos últimos oito anos. “Organizar uma exposição com estes artistas vencedores começa por refletir sobre a singularidade de suas obras recentes e se estende até sobre como sentir e pensar a história muito próxima (da arte e do mundo), que abrange desde 2009 até hoje”.

Na inauguração da mostra, dia 8 de novembro, será lançado uma nova vertente do Prêmio EDP nas Artes, um concurso para Residência Artística na Escola Entrópica do Instituto Tomie Ohtake. Assim como a premiação, a residência é também voltada a artistas jovens, de 18 a 27 anos de todo país. A Escola Entrópica evoca um sistema de estudo que propõe ampliar os espaços de compartilhamento, experimentação e produção crítica entre artistas, pesquisadores, curadores e o público, tendo como mote a entropia e suas noções de transformação.

Serão selecionados dois artistas para a Residência Artística na Escola Entrópica, que acontecerá de março a julho de 2018. Ambos serão contemplados com passagens aéreas ou terrestres para São Paulo, hospedagem e ateliê por quatro meses na cidade, mais bolsa integral para as atividades da Escola Entrópica no Instituto Tomie Ohtake, que inclui a participação em um grupo de estudos coordenado por um artista e um curador, três cursos livres ministrados por artistas e pesquisadores, o acompanhamento de um curador e visita a ateliê de artistas. As inscrições, por envio de portfólios, podem ser feitas do dia 09 de novembro a 22 de dezembro de 2017.

Já o lançamento da 6º Prêmio EDP nas Artes acontecerá em março de 2018, quando serão abertas as inscrições. Idealizado para estimular a produção artística contemporânea, o prêmio é voltado a jovens artistas de todo o Brasil, nascidos ou residentes no país há pelo menos dois anos, com idade entre 18 e 27 anos. A iniciativa, além da premiação, contempla uma série de atividades ao longo do ano, como cursos, palestras, workshops em regiões brasileiras onde o acesso à arte contemporânea é mais restrito.

O Prêmio EDP nas Artes é uma iniciativa do Instituto Tomie Ohtake e da EDP, empresa que atua nas áreas de geração, transmissão, distribuição, comercialização e soluções em energia, por meio do Instituto EDP, organização que gere os investimentos socioambientais do Grupo EDP.

Serviço:
Exposição: Quando nós estamos? O Tempo e o Prêmio EDP nas Artes
Abertura: 08 de novembro de 2017, 19h (e anúncio do programa de residência)
Visitação até: 07 de janeiro de 2018
Entrada: franca
Local: Instituto Tomie Ohtake (Avenida Faria Lima, 201, Pinheiros – entrada pela Rua Coropés, 88)

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