MEU DEUS! reestreia dia 17 de Janeiro no Teatro Tuca

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Matéria: Divulgação
Foto:
João Caldas

Com mais de 75 mil espectadores desde sua estreia, em março de 2014, sempre com sessões lotadas, Meu Deus!, da dramaturga israelense Anat Gov, volta ao cartaz a partir de 17 de janeiro no Teatro Tuca, com Irene Ravache e Dan Stulbach.

Dirigida por Elias Andreato, Meu Deus! (Oh, My God! no original), foi adaptado por Jorge Schussheim, traduzido por Eloísa Canton e recebeu versão brasileira de Célia Regina Forte.

Meu Deus! é um texto espirituoso, com diálogos ágeis e muito factíveis, ainda queaparentemente improváveis. Na trama, Deus, o próprio, assolado pela depressão que o persegue nos últimos dois mil anos, decide fazer terapia e espera que a psicóloga Ana o ajude a resolver esse pequeno inconveniente.

Esta comédia divertiu e levou o público à reflexão, pois, por mais fantasiosa que a história pareça à primeira vista, é a construção coerente da dramaturgia que oferece ao público chance de acreditar na possibilidade deste inusitado encontro. Assim, plateias do mundo inteiro, por onde a montagem foi apresentada, surpreendem-se, riem, compactuam, torcem e finalmente, se emocionam com essa plausível sessão de terapia.

A história se passa num dia na vida da psicóloga Ana, personagem interpretada por Irene Ravache, que recebe um telefonema misterioso de um homem desesperado, interpretado por Dan Stulbach, que insiste em marcar uma consulta com ela no mesmo dia. Quando ele chega, apresenta-se como Deus. Deus profundamente decepcionado com a situação do Paraíso que um dia criou. Ana tem apenas uma sessão de terapia para convencê-lo a não desistir do ser humano e salvar o mundo.

Com olhar cômico, perspicaz e humor ácido, o espetáculo analisa a imagem de Deus e sua relação inconsistente com as pessoas. E como seria realmente encontrar-se com Deus? É Ana, a terapeuta que, durante a sessão, vai nos revelar, dirigindo ao Todo Poderoso questões que provavelmente qualquer mortal gostaria de fazer se tivesse a oportunidade.

Completa o elenco, Pedro Carvalho, que interpreta o filho da psicóloga e tem pela frente uma missão quase impossível. Quase, por que nesse encontro, tudo pode acontecer!

Ficha técnica
Texto: Anat Gov
Adaptação: Jorge Schussheim
Tradução: Eloísa Canton
Versão: Célia Regina Forte
Direção: Elias Andreato
Elenco: Irene Ravache, Dan Stulbach, Pedro Carvalho
Cenário: Antonio Junior
Figurino: Fause Haten
Iluminação: Wagner Freire
Trilha Sonora: Jonatan Harold
Assessoria de Imprensa: Daniela Bustos e Beth Gallo – Morente Forte Comunicações
Programação Visual: Vicka Suarez
Fotos: João Caldas
Assistente de Direção: Andréa Bassitt
Assistente de Iluminação: Alessandra Marques
Assistente de Figurino: Gabriela Marumoto
Assistente de Fotografia: Andréia Machado
Assessoria Contábil: Marina Morente
Assistente de Produção: Celso Dornellas e Thaís Peres
Administração: Magali Morente
Produção Executiva: Kátia Placiano
Coordenação de Projetos: Egberto Simões
Produtoras: Selma Morente e Célia Forte
Realização: Morente Forte Produções Teatrais

Anat Gov – autora

Nasceu em Tiberíades, Israel em 1953 e faleceu em 2012 como uma das maiores jornalistas e dramaturgas daquele país. Começou sua carreira como atriz, mas desistiu depois de sua primeira performance.

Escreveu vários programas de televisão de grande sucesso. O primeiro livro que escreveu foi O Amor Mortal.

Em 1999 encenou Melhores Amigos de Trabalho, sobre três amigos de juventude que se reencontram após vários anos. Anat continuou escrevendo especialmente dramas com uma mensagem social e dedicou a maior parte de suas obras para as relações humanas.  EmLisístrata 2000 fez uma adaptação livre do clássico homônimo de Aristófanes, em que as mulheres de Atenas tentam forçar aos homens a paz por meio de uma greve de sexo. Em Dona de Casa é um aviador aposentado que não consegue se adaptar à rotina da vida familiar.

Em 2011, ganhou um prêmio por seu trabalho Final Feliz, que mostra o confronto entre o protagonista e um câncer, e foi escrito por ela para lidar com a própria doença e seu tratamento. Na obra, a personagem principal sucumbe, ao se recusar a aceitar a quimioterapia em detrimento da qualidade de vida, em uma luta longa e difícil contra a doença.Em 2012 ganhou o prêmio de Artes concedido pelo município de Tel Aviv.

Ela era mãe de três filhos.

Irene Ravache

Atriz e diretora teatral brasileira indicada ao prêmio Emmy Internacional em 2008.  Atua em televisão, teatro e cinema, mas, essencialmente, é uma atriz de teatro, tendo participado de grandes montagens ao longo da carreira e sempre interpretando personagens pelos quais se encantou na primeira leitura de uma peça.

Em 1962, cursou interpretação na Fundação Brasileira de Teatro. De lá pra cá, acumulou experiência e prêmios, nas suas três áreas de atuação.

Entre seus personagens mais marcantes na TV estão a Rachel, de Sol de Verão (1982), onde fez inesquecível parceria com Jardel Filho, a Antônia Regina, da novela Champanhe (1983), a Leonora Lammar, de Sassaricando (1987), a Lola, de Éramos Seis (1994), a Katina, de Belíssima(2005), a Clô, de Passione (2010), e a Charlô, de Guerra dos Sexos (2012).

Sua trajetória em teatro é extensa como atriz, diretora e produtora. Entre seus espetáculos de sucesso e premiados estão Filhos do Silêncio, De Braços Abertos, Uma Relação Tão delicadae Intimidade Indecente.

Dan Stulbach

Estreou profissionalmente como ator protagonizando Peer Gynt, de Ibsen. Em 2013, estreou como diretor no teatro com o drama A Toca do Coelho, de David Lindsay Abaire. Seus trabalhos mais recentes foram a série Segunda Dama, supervisão de João Emanuel Carneiro; como apresentador nos programas Encontro com Fátima Bernardes e Saia Justa. É criador e apresentador do Fim de Expediente, programa da rádio CBN, há 7 anos, mesmo tempo que cuida e pauta o Teatro Eva Herz. Foi professor de Teatro por 11 anos, em diversas escolas e faculdades, inclusive na EAD e na Oficina de Atores da Rede Globo. Neste perí­odo, fez assistência de direção para Elias Andreato, Marco Nanini e Naum Alves de Souza, e vários espetáculos como ator. Recebeu os prêmios da Associação Paulista de Crí­ticos de Arte (APCA) e Shell de melhor ator com o espetáculo Novas Diretrizes em Tempos de Paz, tendo Tony Ramos como companheiro de cena. O espetáculo, grande sucesso de crí­tica e público, foi transformado em filme (Tempos de Paz), sob direção de Daniel Filho. Fã de Paulo Autran, que conheceu ainda no iní­cio da carreira, se tornou seu amigo e parceiro de palco, no espetáculoVisitando o Sr. Green, no Brasil e em Portugal. Tempos depois protagonizou  o drama Dúvida, de Patrick Shanley e a comédia 39 Degraus, baseada em obra de Alfred Hitchcock, enorme sucesso em todo o Brasil. Estreou na televisão em 1997, na novela O Amor Está no Ar. Voltou à  televisão na minissérie Os Maias, interpretando Kraft, um aristocrata inglês. No ano seguinte, faz uma participação especial na novela Esperança e logo em seguida interpretou o personagem Marcos na novela Mulheres Apaixonadas, alcançando sucesso de critica e público, com 17 prêmios de Melhor Ator, inclusive no exterior. Na sequência atuou em Papo de Anjo eSenhora do Destino, como o bonzinho Edgar, maior audiência de novelas deste século. Fez JK,Amazônia, Som e Fúria e interpretou seu primeiro protagonista na minissérie Queridos Amigos, baseada no livro Aos Meus Amigos, de Maria Adelaide Amaral. Mais recentemente, participou da novela Fina Estampa, de Aguinaldo Silva. Todos os seus trabalhos em televisão foram na realizados na Rede Globo. No cinema, seu primeiro longa-metragem foi o filme Cronicamente Inviável. Em seguida atuou nos filmes Mater Dei, dirigido por Viní­cius Minardi; na comédia Viva Voz, de Paulo Morelli; Mais Uma Vez Amor, dirigido por Rosane Svartman;  A Suprema Felicidade, de Arnaldo Jabor; e, em Los Angeles, atuou em Living the Dream. Este é seu primeiro projeto produzido pela Morente Forte, que conhece e admira desde que protagonizou PeerGynt.

Elias Andreato

Ator de teatro, cinema e televisão, diretor e muitas vezes roteirista dos seus próprios trabalhos. Sua busca é pela humanidade dos personagens que interpreta e seus espetáculos frequentemente questionam o papel do artista na sociedade e sua relação com o seu tempo. Construiu uma carreira sólida feita, acima de tudo, pela escolha por personagem/personalidades que pudessem traduzir esse pensamento – Van Gogh, Oscar Wilde e Artaud são exemplos dessa escolha e resultaram em interpretações marcantes que lhe garantiram um lugar especial no teatro brasileiro.

Como ator, seu currículo é grandioso, assim como as peças que dirigiu: Visitando o Sr.Green, de Jeff Baron com Paulo Autran e Cássio Scapin/Dan Stulbach; Adivinhe Quem Vem para Rezar, de Dib Carneiro, com Paulo Autran e Claudio Fontana; Édipo Rei, de Sófocles; Myrna Sou Eu, com textos de Nelson Rodrigues; Eu Não Dava Praquilo; com Cássio Scapin. Direções com produção da Morente Forte: Crue,l de Strindberg, com Reynaldo Gianecchini, Maria Manoella e Erik Marmo; A Casa de Bernarda Alba, de Garcia Lorca, com Walderez de Barros completando 50 anos de carreira; Doido; e O Andante, ambos de sua autoria a partir de uma coletânea de textos consagrados.

Elias Andreato é um homem de teatro e um dos atores/diretores mais respeitados do cenário artístico nacional

Sobre a Produtora – Morente Forte

Dirigida por Selma Morente e Célia Forte, a Morente Forte Comunicações é uma empresa especializada em assessoria de imprensa e produção na área cultural e, desde 1985, direcionam suas atividades exclusivamente às artes cênicas.

Com participação em mais de 1500 espetáculos teatrais, a Morente Forte tem ampla experiência em relações públicas, assessoria de imprensa e planejamento para realização de grandes espetáculos.

Serviço:
• Meu Deus! (de 17 de janeiro de 2015 até 29 de março de 2015)
Gênero:
Comédia
Duração: 80 minutos
Ingressos: R$ 60,00 (sextas) e R$ 80,00 (sábados e domingos)
Quando: sextas e sábados (21h30) e domingos (18h)
Local: Teatro Tuca (Rua Monte Alegre, 1024, Perdizes)
Censura: 12 anos

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