“O Som ao Redor”, de Kleber Mendonça Filho, será projetado ao ar livre, na fachada do Instituto Tomie Ohtake

A exibição integra a mostra de filmes que acontece dias 01, 02 e 03 de setembro, como parte do 4º Prêmio de Arquitetura Instituto Tomie Ohtake AkzoNobel

Matéria e foto: Divulgação

Parte integrante de sua programação e sucesso de público nas edições anteriores, o “Cine Fachada” está de volta ao Instituto Tomie Ohtake. Dessa vez, como desdobramento da exposição em cartaz do “4º Prêmio de Arquitetura Instituto Tomie Ohtake AkzoNobel” (até 17 de setembro). A mostra traz filmes que refletem sobre a cidade e ampliam o debate acerca da arquitetura e urbanismo.

O programa acontece nos dias 01, 02 e 03 de setembro, sempre às 19h30, na área externa do Instituto Tomie Ohtake ao ar livre, com entrada gratuita. No dia 01 de setembro será exibido Bye, Bye Brasil (1979), de Cacá Diegues. No dia 02, O Som ao Redor (2013), de Kleber Mendonça Filho e dia 03, Branco sai, preto fica (2014), de Adirley Queirós.

Bye, Bye Brasil, Cacá Diegues: O filme narra a trajetória da Caravana Rolidei, que percorre o interior do país realizando espetáculos e shows para a população mais pobre que não tem acesso a televisão. Num primeiro momento, a caravana percorre o Sertão Nordestino, para, num segundo momento do filme, se embrenhar no interior do Pará, em busca de riqueza e prosperidade.

O Som ao redor, Kleber Mendonça Filho: A vida numa rua de classe-média na zona sul do Recife toma um rumo inesperado após a chegada de uma milícia que oferece a paz de espírito da segurança particular. Enquanto isso, Bia, casada e mãe de duas crianças, precisa achar uma maneira de lidar com os latidos constantes do cão de seu vizinho. Uma crônica brasileira, uma reflexão sobre história, violência e barulho.

Branco sai, preto fica, Adirley Queirós: Dois sobreviventes de um tiroteio policial ocorrido em um baile de black music, buscam maneiras de falar sobre o passado. Ao mesmo tempo, um viajante vindo do futuro recolhe dados sobre o caso para mover uma ação contra o Estado. O cenário da trama é a cidade de Ceilândia, maior periferia de Brasília.

Sobre o Prêmio de Arquitetura

O Prêmio de Arquitetura Instituto Tomie Ohtake AkzoNobel é destinado exclusivamente a arquitetos brasileiros ou estrangeiros que vivam no Brasil há pelo menos dois anos, com até 45 anos de idade, e projetos construídos durante os últimos dez anos. Arquitetos, escritórios de arquitetura ou coletivos de arquitetos podem se inscrever com mais de um projeto, o que contribui para demonstrar um panorama da arquitetura brasileira nos seus mais variados contextos.

A premiação é resultado de uma parceria entre o Instituto Tomie Ohtake e a AkzoNobel, multinacional holandesa que atua nos segmentos de tintas, revestimentos e especialidades químicas e se insere nas perspectivas do Instituto, enquanto instituição cultural, ao promover iniciativas no campo da arquitetura, do urbanismo e do design, visando incentivar a reflexão nessas áreas e despertar ambientes energizantes e cidades mais humanas e agradáveis de se viver.

Cine Fachada
01/09, às 19h30 – Bye, Bye Brasil –
Cacá Diegues, 1979, 105 min – classificação indicativa: 16 anos,
02/09, às 19h30 – O Som ao redor – Kleber Mendonça Filho, 2013, 130 min- classificação indicativa: 16 anos
03/09, às 19h30 – Branco sai, preto fica – Adirley Queirós, 2014, 93 min – classificação indicativa: 12 anos

Não é necessária inscrição
Sujeito a lotação de 150 lugares
Em caso de chuva, o evento será cancelado

Exposição: 4º Prêmio de Arquitetura Instituto Tomie Ohtake AkzoNobel
Até 17 de setembro de 2017
De terça a domingo, das 11h às 20h – grátis

Instituto Tomie Ohtake
Av. Faria Lima 201 – Complexo Aché Cultural
(Entrada pela Rua Coropés, 88) – Pinheiros SP –
Metrô mais próximo – Estação Faria Lima/Linha 4 – amarela

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