Theatro NET SP apresenta lançamento do livro Berta Loran 90 Anos de Humor

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Em comemoração as suas nove décadas, atriz autografa livro com histórias pitorescas de seus 76 anos de carreira no foyer do Theatro Net São Paulo

Matéria e foto: Divulgação

O Theatro NET São Paulo, na Vila Olímpia, promove o lançamento do livro Berta Loran 90 Anos de Humor no dia 5 de maio, quinta-feira, das 16h às 19h, no foyer, com a presença de Berta Loran e do autor, o jornalista João Luiz Azevedo. No formato pergunta e resposta, a obra traz depoimentos de artistas que trabalharam com a comediante.

Publicado de forma independente, o livro tem 216 páginas, capa colorida, interior PB, 200 fotos e depoimento de 122 artistas. Boni, Mauricio Sherman, Jô Soares, Claudia Jimenez, Claudia Raia, Fernanda Montenegro, Fernanda Torres e Marcius Melhem são algumas das pessoas que deram depoimento sobre a atriz veterana. A apresentação do livro foi feita por Bibi Ferreira e o prefácio por Claudio Botelho.

Sobre a artista

Ex-integrante da Escolinha do Professor Raimundo, a polonesa Basza Ajs veio morar no Rio de Janeiro aos 11 anos, ingressou no teatro três anos depois e adotou o nome artístico de Berta Loran, por sugestão de seu pai, no começo da década de 1940.  Iniciou a carreira se apresentando em clubes da comunidade judaica. Aos 19 anos, mudou para Buenos Aires, onde morou durante dois anos. Depois retornou ao Brasil no início da década de 1950.

Na TV, debutou no programa Espetáculos Tonelux, na Tupi. Estreou no cinema em 1955, na época das chanchadas, no filme de Watson Macedo: Sinfonia Carioca. Nos dois longas seguintes, Papai Fanfarrão e Garotas e Samba, foi dirigida por Carlos Manga.

Em 1966, quando trabalhava na TV Tupi, foi convidada por Boni para trabalhar na Rede Globo, no programa Bairro Feliz. No mesmo ano, atuou em outro humorístico da emissora, Riso Sinal Aberto, exibido até fevereiro de 1967. No ano seguinte, atuou em Balança Mas Não Cai. Entre 1970 e 1973, participou do programa Faça Humor, Não Faça Guerra; entre 1974 e 1975, do Satiricom; e entre 1976 e 1982, do Planeta dos Homens, ao lado de Jô Soares.

Em 1978 voltou a fazer filmes, sendo três no mesmo ano: Como Matar Uma Sogra, O Golpe Mais Louco do Mundo e O Amante de Minha Mulher.

Integrou o elenco fixo de Viva o Gordo em 1981 e participou da segunda temporada de Balança Mas Não Cai, entre 1982 e 1983. No mesmo ano, atuou no humorístico A Festa É Nossa. Em 1984, surpreendeu público e crítica com sua performance de atriz de telenovela, em Amor Com Amor se Paga, de Ivani Ribeiro, em que faz dobradinha com Ary Fontoura. Também fez parte do elenco de Humor Livre.

Em 1991 passou a trabalhar nos programas de Chico Anysio, primeiramente em Estados Anysios de Chico City, em seguida em Escolinha do Professor Raimundo (em que interpretava a imigrante portuguesa Manuela D’Além-Mar) e em Chico Total. Na segunda versão da Escolinha, em 2001 interpretou a judia Sara Rebeca. Em 2004 novamente fez uma personagem portuguesa: Maria, contracenando com Agildo Ribeiro, no papel de Manuel.

Em 2004 atuou na peça Ainda Estou Aqui!, onde homenageou o humorista Costinha. Dois anos depois, integrou o elenco do filme Polaróides Urbanas, de Miguel Falabella.

Depois de 25 anos sem fazer uma novela completa, Berta Loran esteve na trama Cama de Gato, como Loló, uma interna de asilo, compondo par romântico com o personagem de Luiz Gustavo.

Em 2010, teve participação especial na refilmagem da novela Ti Ti Ti, como a Dona Soledad. Em 2011, foi o papel da Rainha-Mãe Efigênia, em Cordel Encantado, mãe do Rei Augusto de Seráfia (Carmo Dalla Vecchia) e Duque Petrus (Felipe Camargo).

Participou de dezenas de peças de teatro, a mais recente foi Pais Criados, Trabalhos Dobrados, de Moacyr Veiga, em 2008.

Serviço:
Lançamento do livro Berta Loran 90 Anos de Humor
Quando: 05/05 (das 16h às 19h)
Local: Theatro NET São Paulo (Rua Olimpíadas, 360 – Shopping Vila Olímpia, 5º andar)

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