quinta-feira, 16 julho, 2026
DestaquesTeatro

Fenômeno teatral, ‘TOC TOC’ estreia nova temporada em São Paulo, dia 23 de janeiro, no Teatro UOL

Matéria e foto: Divulgação

Uma das comédias de maior sucesso do teatro brasileiro e vista por mais de 1 milhão de pessoas em todo o país, “TOC TOC”, aclamada peça do autor francês Laurent Baffie, adaptada e dirigida por Alexandre Reinecke, está de volta aos palcos de São Paulo, a partir de 23 de janeiro de 2026, no Teatro UOL, Shopping Pátio Higienópolis. A peça terá apresentações sexta, às 20h; sábado, às 20h e às 22h; e domingo, às 18h.

Giselle Itié e Ricardo Tozzi assumem, pela primeira vez, alguns dos papéis principais na montagem, ao lado de Daniel Dantas e Iara Jamra. Além deles, Miguel Menezzes, Sara Freitas e Jade Mascarenhas compõem o elenco.

A trama do divertido espetáculo se passa na sala de espera de um consultório, quando seis pacientes com diferentes Transtornos Obsessivos Compulsivos (TOCs) se encontram: Branca (Giselle Itié) é obcecada por limpeza, Maria (Iara Jamra) sempre se questiona se esqueceu algo aberto, Lili (Sara Freitas) é adepta de rituais repetitivos, Bob (Miguel Menezzes) é obcecado por simetria, Vicente (Ricardo Tozzi) não consegue parar de calcular e Fred (Daniel Dantas) é acometido por tiques vocais constantemente. Além dos pacientes, a assistente do médico, vivida por Jade Mascarenhas, compõe a cena. Com o atraso do profissional, eles precisam aprender a lidar uns com os outros, resultando em situações hilárias e inesperadas.

Trazendo de maneira leve, afetuosa e nada óbvia o tema, o texto – que já foi encenado em diversos países e até virou filme – traz o transtorno como pano de fundo para discutir as relações humanas, empatia e tolerância às diferenças. Sem tratar o TOC – problema que acomete milhares de pessoas no mundo – como piada ou caricatura, a peça acaba servindo de espelho para o público avaliar suas próprias obsessões no cotidiano.

“TOC TOC é uma comédia que vai além do simples entretenimento. É uma peça que joga luz sobre uma disfunção psicológica que acomete milhares de pessoas ao redor do mundo, o Transtorno Obsessivo Compulsivo, de maneira divertida e inteligente, sem ser didático. Talvez seja aí que está o grande sucesso das montagens que vêm acontecendo em inúmeros países do Ocidente ao Oriente”, conclui Alexandre Reinecke.

SINOPSE: Um grupo de seis pacientes com diferentes Transtornos Obsessivos Compulsivos (TOCs) se encontra na sala de espera do Dr. Stern. Com o atraso do médico, eles aprendem a lidar uns com os outros, em situações hilárias e inesperadas.

SERVIÇO:

Estreia: 23 de janeiro de 2026

Temporada: de 23 de janeiro a 1 de março de 2026

Sessões: sexta às 20h; sábado, às 20h e às 22h; domingo, às 18h.

Local: Teatro UOL – Shopping Pátio Higienópolis – Av. Higienópolis, 618 – Consolação, São Paulo

Ingressos: Setor A: R$150 (inteira) e R$75 (meia); e setor B: R$120 (inteira) e R$60 (meia)

Duração: 80 minutos

Classificação: 14 anos

ELENCO:

Daniel Dantas

Ricardo Tozzi

Iara Jamra

Giselle Itié

Miguel Menezzes

Sara Freitas

Jade Mascarenhas

FICHA TÉCNICA:

Texto Original:  Laurent Baffie

Adaptação de texto original: Alexandre Reinecke

Tradução: Clara Carvalho

Diretor: Alexandre Reinecke

Assistente de direção: Carolina Stofella

Cenografia: Sandro Chaim e Alexandre Reinecke

Iluminação: Renata Rainbow

Sound Designer: Nildo Bitencourt

Figurino: Danilo Barbieri

Direção de Produção: Miçairi Guimarães

Produção Executiva: Xandy

Assessoria de imprensa: Prisma Colab

Marketing e Comunicação: Lucas Sancho

SOBRE ALEXANDRE REINECKE | Diretor

Alexandre Reinecke é um dos diretores mais atuantes do Brasil, com quase 60 peças dirigidas desde o ano 2000, quando consolidou sua carreira de diretor como assistente de direção de Paulo Autran. Desde então, dirigiu grandes nomes do teatro, como Beatriz Segall, Eva Wilma, Dan Stulbach, Fabio Assunção, Daniel Dantas, Nicete Bruno e Reynaldo Gianecchini. Dentre seus principais trabalhos, estão Quarta-feira, sem falta, lá em casa; TOC TOC; Os 39 Degraus; Adultérios; Os Sete Gatinhos; Volta ao Lar; e Oração para um pé-de-chinelo.

DestaquesInfantil

‘Era Uma Vez – Uma Viagem Musical pelos Contos de Fada’

Matéria e foto: Divulgação

A partir do dia 3 de janeiro, o Teatro Multiplan MorumbiShopping, em São Paulo, receberá o musical infantil “Era Uma Vez – Uma Viagem Musical pelos Contos de Fada”, que entra em temporada até 1º de março, com apresentações aos sábados e domingos, às 17h. O espetáculo convida crianças e adultos a mergulharem em uma aventura cênica que une números musicais vibrantes, fantasia e participação do público, com personagens clássicos do universo dos contos de fada em uma jornada pensada para encantar diferentes gerações.

Na trama, um feitiço lançado por Malévola e Capitão Gancho ameaça apagar os contos de fada do imaginário infantil, fazendo com que personagens e histórias comecem a desaparecer. Para impedir que esse mundo de fantasia se perca, Sininho e Peter Pan assumem a missão de restaurar a magia, convidando a plateia a participar ativamente da aventura: cada interação ajuda a reconstruir as histórias e a devolver vida aos personagens. 

Um dos grandes destaques é a reunião de personagens icônicos do imaginário infantil, como Cinderela, Rapunzel, Ariel, Elsa, Moana, Sininho, Peter Pan, Capitão Gancho e Malévola, que dividem o palco em uma aventura única. Essa diversidade de personagens garante identificação imediata com o público, fortalecendo o vínculo emocional com diferentes gerações.

“‘Era Uma Vez’ nasceu do desejo de reunir, no mesmo palco, a memória afetiva de quem cresceu com essas histórias e o encantamento de quem as descobre agora. É um convite para as famílias viverem, juntas, um ‘final feliz’ ao vivo, com música, humor e participação do público”, afirma a coreógrafa Jade Rezende.

Além da aventura, a montagem aposta em recursos climáticos que ampliam a sensação de imersão, com elementos como neve artificial, criando um ambiente de fantasia que atravessa o palco e chega até o público. 

“A gente acredita que o teatro infantil é um espaço de fantasia compartilhada, onde adultos e crianças se permitem viver a mesma surpresa. Quando luz, música e efeitos tomam o palco,  e a plateia passa a fazer parte da missão, a imaginação cresce, ganha corpo e vira memória afetiva”, conclui Jade Rezende.

 

SINOPSE: Um feitiço ameaça fazer com que os contos de fada desapareçam do imaginário infantil. Para restaurar a magia, personagens clássicos se unem em uma aventura musical interativa, na qual a participação da plateia é fundamental para que as histórias ganhem vida novamente.

 

SERVIÇO:
Era Uma Vez – Uma Viagem Musical pelos Contos de Fada

Temporada: 3 de janeiro a 1º de março

Dias e horário: sábados e domingos, às 17h

Duração: 60 minutos

Classificação: Livre

Ingressos: R$ 120 (inteira) | R$ 60 (meia)

Local: Teatro Multiplan MorumbiShopping (capacidade: 250 lugares)

Endereço: Av. Roque Petroni Júnior, 1.089, Piso G2 (acesso pelas escadas rolantes em frente à Zara)

Ingressos antecipados: https://bileto.sympla.com.br/event/114142/d/353842/s/2387001 

Bilheteria física (sem taxa): Teatro Multiplan MorumbiShopping (abre em dias de espetáculo, 2h antes do início)

Totem (sem taxa): Piso G2, ao lado da bilheteria (24h)

 

Venda a grupos: compras limitadas a até 8 ingressos por CPF nos canais oficiais. Para grupos acima de 8 ingressos, contato via e-mail: contato@vmentretenimento.com 

 

FICHA TÉCNICA:

Elenco: Mau Fiori, Beatriz Poza, Yasmin Nogerino, Nicole Donetti, Dandara Ferreira, Fernanda Soar, Thiago Simas e Evandro Bacetti

Iluminação: Amon Bitencourt 

Trilha: Charles Dallas 

Texto: Walter Junior

Figurinos: Clara Guimarães 

Cenário: Andre Moreira 

Coreografias: Jade Rezende

Teatro

MATILDE, uma comédia dedicada a Paulo Gustavo, com Malu Valle e Ivan Mendes

Matéria: Divulgação
Foto:

Malu Valle e Ivan Mendes estão fazendo história com MATILDE”, em turnê pelo Centro Cultural Banco do Brasil. O espetáculo esgotou em todas as apresentações da turnê. Com texto de Julia Spadaccini e direção de Gilberto Gawronski, a peça estreou no CCBB Rio de Janeiro, e seguiu para os CCBBs de Belo Horizonte, Brasília e Salvador. A próxima – e última parada da turnê – é em São Paulo: o espetáculo fará temporada entre 4 de dezembro de 2025 e 25 de janeiro de 2026 (com pausa entre 22 de dezembro e 7 de janeiro) no CCBB São Paulo.

Uma história que começou há 20 anos, quando Paulo Gustavo, na época estudante de Artes Cênicas da CAL (Casa das Artes de Laranjeiras), convidou Malu Valle para dirigir o espetáculo “INFRATURAS” (2005), um compilado de esquetes cômicas que marcou o início da carreira dele e de seu colega de cena Fábio Porchat, ganha em 2025 um novo e especial desfecho. O projeto que impulsionou a carreira de Paulo, consolidando uma amizade profunda entre ele e Malu, em 2015 ganhou novas proporções com a ideia do espetáculo “MATILDE”, quando o ator quis inverter os papeis e convidou Malu para estar em cena, sob sua direção. Agora, a peça celebra os 35 anos de carreira de Malu Valle e é dedicada ao revolucionário Paulo Gustavo

“MATILDE” apresenta a história de uma mulher de 60 anos (Malu Valle), aposentada, que vê sua rotina pacata em Copacabana ser transformada ao alugar um quarto para Jonas (Ivan Mendes), um ator de 36 anos em busca de sua grande oportunidade. Com humor e sensibilidade, o texto de Julia Spadaccini aborda temas como envelhecimento, solidão, relações intergeracionais e os desafios da sociedade patriarcal. O espetáculo, dirigido por Gilberto Gawronski, investe na comédia para explorar os medos e anseios de Matilde e Jonas, personagens que se provocam, se desafiam e se transformam ao longo da narrativa, em reflexões sobre a discriminação etária e os estigmas sociais impostos às mulheres mais velhas, questionando tabus sobre sexualidade e identidade na terceira idade. 

Um dos maiores artistas do Brasil, Paulo Gustavo, além de lotar os teatros por onde passava, enaltecia o espaço como poderosa arma de reflexão, que admite as contradições culturais e transpõe barreiras irreversíveis. Afinal, a crítica nasce quando a arte espelha a sociedade e faz valer seu poder de comunicação ao incorporar em uma mesma obra a multiplicidade de elementos que enriquecem o debate coletivo. “MATILDE” trata de temas de relevância mundial, repensando grandes certezas e questionando estereótipos como um caminho para uma sociedade mais positiva e menos discriminatória. Tudo com muita leveza que tem feito o público sair do teatro com desejo de voltar!

Durante a temporada, algumas sessões contarão com recursos de acessibilidade. Nos dias 20 de dezembro e 17 de janeiro, haverá tradução em Libras; dia 10 de janeiro, a apresentação contará com audiodescrição. Haverá, ainda, um bate-papo após a sessão do dia 13 de dezembro.

Como parte da programação paralela da temporada, o CCBB SP recebe, no dia 09 de janeiro, às 15h, a Oficina “A necessidade de produzir arte”, conduzida por Caio Bucker e Ivan Mendes, A oficina tem duração de duas horas e seu objetivo é levar o ensino da arte, incentivar a produção de conteúdos e transformar espectadores em pensadores construtivos do entretenimento. Serão tratados temas como empreendedorismo cultural, etapas de elaboração de projetos, uso das Leis de Incentivo, patrocínios e financiamento coletivo, além de questões ligadas ao marketing e à dramaturgia. As vagas serão preenchidas no dia, com retirada de ingressos com uma hora de antecedência na bilheteria ou no site do CCBB SP. 

A turnê “MATILDE” é apresentada pelo Ministério da Cultura e pelo Banco do Brasil, com realização do Centro Cultural Banco do Brasil e produção da Bucker Produções Artísticas. 


FICHA TÉCNICA
Direção de Movimento: Marcia Rubin
Cenário: Nello Marrese
Figurino: Carla Garan
Iluminação: Ana Luzia Molinari de Simoni
Direção Musical e Trilha Sonora: Cláudia Elizeu
Design Gráfico: Bady Cartier
Visagismo: Marcos Freire

Fotos de Divulgação: Daniel Chiacos
Camareira: Giulia Gomes
Cenotécnico: André Salles
Assistente de Cenografia: Avner Proba

Adereços da Maquete: Márcia Marques
Montagem de cenário: Leandro Brander

Montagem de luz: Thayssa Carvalho

Direção de Produção: Caio Bucker
Coordenação do Projeto: Renato Rangel
Produção Executiva SP: Gerardo Franco
Produtor Associado: Fábio Gonçalves
Assistência de Produção: Aline Monteiro
Assistência de Direção: Valeria Campos

Pesquisa Dramatúrgica: Márcia Brasil

Operação de Som: Aline Monteiro

Operação de Luz: Paty Emiko

Coordenação de Mídia: Rodrigo Medeiros | R+ Marketing

Criação de conteúdo audiovisual: Gustavo Trindade

Assessoria de Imprensa: Pombo Correio

Assessoria Jurídica: Renan Nazário

Contadores: Cissa Freitas e Francisco Junior

Idealização: Malu Valle

Produção: Bucker Produções Artísticas

Serviço
Matilde

Temporada: 

de 04 a 21 de dezembro de 2025

de 08 a 25 de janeiro de 2026

Horário: Quintas e sextas às 19h e sábados e domingos às 17h

Local: Centro Cultural Banco do Brasil – São Paulo

Endereço: Rua Álvares Penteado, 112 – Centro Histórico – SP

Classificação indicativa: 14 anos

Duração: 80 minutos

Ingressos: R$30 (inteira) e R$15 (meia-entrada), disponíveis no site bb.com.br/cultura e

na bilheteria do CCBB São Paulo. Os ingressos são liberados na sexta-feira da semana

Teatro

O Veneno do Teatro, com Osmar Prado e Maurício Machado

Matéria: Divulgação
Foto: Priscila Prade

ACLAMADO POR PÚBLICO E CRÍTICA EM TODO O MUNDO E ENCENADA EM 62 PAÍSES,
VERSÃO BRASILEIRA DIRIGIDA POR EDUARDO FIGUEIREDO REALIZARÁ 8 APRESENTAÇÕES GRATUITAS NA CAIXA CULTURAL SÃO PAULO.

O público de São Paulo poderá assistir ao espetáculo que já levou mais de 60 mil pessoas ao teatro no Brasil e foi vista por mais de 6 milhões de pessoas em suas diversas montagens pelo mundo. “O Veneno do Teatro”, protagonizado por Osmar Prado e Maurício Machado, fará quatro apresentações no Teatro Firjan SESI Jacarepaguá entre o final de outubro e início de novembro de 2025. Obra-prima do premiado autor espanhol Rodolf Sirera, um dos dramaturgos contemporâneos de maior renome na Europa, o texto clássico já foi encenado em 62 países. Cheio de suspense, é um trilher fascinante que mantém o espectador hipnotizado do início ao fim.

Dirigida por Eduardo Figueiredo, a peça estrelada por Osmar Prado e Maurício Machado. Os personagens estabelecem uma relação peculiar, desenvolvendo uma história eletrizante e repleta de suspense e reviravoltas, em que a intriga é mantida durante toda a arrebatadora performance da dupla de atores, num jogo perigoso e contundente.

No espetáculo, um ambicioso e famoso ator chamado Gabriel De Beaumont (Maurício Machado) é convidado por um excêntrico Marquês (Osmar Prado) para interpretar uma peça teatral de sua autoria. No encontro, o Marquês, por meio de um jogo psicológico, passa a controlar o ator. E ele logo descobre que tudo não passa de uma armadilha para submetê-lo a um experimento cruel onde os limites de realidade e ficção se confundem. Depois de muitas surpresas, o Marquês revela-se um psicopata capaz de qualquer coisa para atingir seus objetivos.

Traduzido em vários idiomas, entre eles, inglês, francês, italiano, eslovaco, polonês, grego, português (de Portugal e do Brasil), croata, húngaro, búlgaro e japonês, a peça foi apresentada em 62 países como Espanha, Inglaterra, França, Venezuela, Polônia, Grécia, Porto Rico, Argentina, México, Estados Unidos e Japão. Vista por mais de 6 milhões de pessoas pelo mundo, colecionou prêmios por onde passou, confirmando seu sucesso, vitalidade e contemporaneidade. Sempre em cartaz em algum país desde então, recentemente reestreou na Espanha e Argentina, com grande êxito de público e crítica.

O texto original foi escrito na década de 70 após a ditadura de Franco e no início do processo democrático na Espanha. A história se passa na França, em 1784, na pré-revolução francesa. A montagem brasileira assume uma postura atemporal, inspirada na década de 20 em Paris, e é a primeira de todas as montagens já encenadas pelo mundo a apresentar música ao vivo, executada pelo violoncelista Matias Roque. A direção musical é de Guga Stroeter.

“Es una obra interesante, un juego dialéctico sobre ser y representar. Es una fábula moral, un thriller en torno a lo que es el arte”, diz o autor Rodolf Sirera.

“Em um momento com tantas adversidades, em que o homem apresenta sérios sinais de retrocesso e barbárie, a obra de Rodolf Sirera nos traz uma importante reflexão sobre civilidade, poder e até onde pode ir a crueldade do ser humano”, ressalta o diretor Eduardo Figueiredo.

Com mais de 100 apresentações em todo o Brasil, “O Veneno do Teatro” já foi encenado em Belém, Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Florianópolis, Goiânia, Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo, sempre com sucesso de público e crítica. Considerado pela Folha de São Paulo entre os 10 melhores espetáculos da temporada de 24, em setembro daquele ano recebeu 14 indicações ao 23°Prêmio Cenym de Teatro Nacional. Entre eles, as categorias de melhor espetáculo do ano, de melhor ator (Osmar Prado) e de melhor ator coadjuvante (Maurício Machado).

“O Veneno do Teatro cria envolvente suspense com Osmar Prado e Maurício Machado em jogo afiado. Os dois atores criam um jogo sofisticado e surpreendente.”

Miguel Arcanjo_crítico / jornalista / jurado APCA/SP

“O texto de Sirera oferece dois grandes personagens, de perfis e estruturas diferentes, que são defendidos com garra pelos intérpretes.

O Veneno do Teatro, na concepção de Figueiredo, é uma peça de ideias, um daqueles espetáculos que deseja provocar o público com um texto que revela camadas inesperadas. A opção de levar ao palco a obra de Sirera prova a conexão de Figueiredo com o seu tempo na escolha dos projetos.”

Dirceu Alves Jr._jornalista, escritor e crítico de Teatro/SP

“O carisma de Osmar Prado é inigualável. Seu personagem é dúbio e possui uma fina camada de idiossincrasia. Sua paixão pelo teatro o leva ao limite da razão. A atuação de Maurício Machado vai crescendo numa espantosa velocidade e robustez. Entendemos, nesse momento, a escolha do parceiro. Dois gigantes, cada um de seu tempo.”

Eliana de Castro_crítica de Teatro/SP

“Luminosa performance de dois atores entregues convictamente a um irrestrito jogo dúplice.

Eduardo Figueiredo mostra autoridade cênica para nos sintonizar na trajetória histórica do espetáculo.”

Wagner Corrêa de Araújo_crítico de Teatro/RJ “

“Elegante montagem encenada por Eduardo Figueiredo. Seus personagens se engalfinham em cena como sir Laurence Olivier e Michael Caine. Cenário suntuoso de Kleber Montanheiro, iluminado de modo dionisíaco no desenho de luz de Paulo Denizot. O resultado é um louvor ao teatro, no espaço sagrado do palco.”

Rodrigo Fonseca_crítico de Teatro/RJ

“Os dois atores estão impecáveis. Há um entrosamento perfeito. Parece que atuam juntos há anos. Dominam o texto e o palco plenamente. Passam o texto com emoção, se doam de forma intensa no palco. Dois excelentes atores interpretando personagens com perfis e humanidades distintas.”

Alex Varela_historiador, autor e crítico de Teatro/RJ

“Osmar e Maurício, conseguem um resultado cênico genuíno, dão contemporaneidade ao texto, com interpretações que se confrontam e, ao mesmo tempo, se complementam, graças a capacidade de se comunicarem com o público, sacudindo a plateia para não somente testemunharem, mas participarem com o seu próprio voyeurismo venenoso. As atuações de Osmar e Maurício contribuem decisivamente para isso. Seremos atores da nossa própria vida ou continuaremos marionetes nas mãos de manipuladores e assassinos?”

Francis Ivanovich_jornalista, dramaturgo e cineasta, criador e diretor do Prêmio Nacional de Dramaturgia Flávio Migliaccio e editor geral do Notícias do Teatro/RJ

“O que mais impressiona, na altíssima qualidade do texto, é a capacidade de deixar a plateia em suspense, finalmente boquiaberta com a capacidade única de o teatro nos fazer acreditar.”

Cláudia Chaves_jornalista e crítica de Teatro/RJ “

“Um marco na temporada de SP em 2024.”

(José Marcondes_jornalista da Folha de São Paulo)

SERVIÇO:

O Veneno do Teatro

Texto: Rodolf Sirera

Tradução: Hugo Coelho

Direção: Eduardo Figueiredo

Elenco: Osmar Prado e Maurício Machado

Músico: Matias Roque Fideles

Direção Musical e Trilha: Guga Stroeter

Cenário e figurinos: Kleber Montanheiro

Desenho de Luz: Paulo Denizot

Classificação: 14 anos

Duração: 70 minutos

Local: CAIXA CULTURAL SÃO PAULO

Endereço: Praça da Sé, 111 – Centro /São Paulo – SP

Período: 04 a 14/12 – (quinta a domingo – às 19h)

Sessão com acessibilidade – intérprete de Libras: dia 12/12 (sexta-feira)

Ingressos: gratuitos – (distribuição no local – 1h antes de cada sessão)

Rede social: @caixaculturalsp

Prefira transporte público

O Autor

Rodolf Sirera é um dos dramaturgos de maior renome na Europa. Nascido em Valencia é formado em História e Filosofia. Participa desde o final da década de 60 do movimento do teatro independente. Além de autor, atua como crítico teatral em diferentes publicações (Cartelera Turia, La Marina, Destino, Serra d’Or, Primer Acto, etc.) e como roteirista para TV. Ao longo de sua carreira como autor já escreveu mais de 30 obras e ganhou diversos prêmios como Ciutat de Barcelona, Ciutat de València de la crítica, Ciutat deGranollers, Ciutat d’Alcoi, Premi Born de Teatre, Teatre Principal de Palma, Jaume Vidal Alcover. Suas obras já foram traduzidas para o inglês, francês, italiano, grego, português, entre outros idiomas.

O Diretor

Eduardo Figueiredo é diretor de teatro e mestre em teatro pela USP, encenador de diversos espetáculos e um dos principais produtores do atual teatro brasileiro. Ele é sócio da manhas & manias projetos culturais, e sócio e curador do Teatro J Safra, em São Paulo.

Em sua formação, teve oportunidade de trabalhar com grandes mestres e cias, entre eles: Eugênio Barba (Odin Teatret/Dinamarca), Carlos Cueva (EITALC/Cuba), La Outra Orilla (Alemanha), Living Theatre (USA) e Cia Yayachkani (Peru).

Entre os principais trabalhos, podemos citar: autor e diretor de “Só os Doentes do Coração Deveriam ser Atores”, com Antonio Petrin, e, em 2012, repetiu sua parceria em outro solo com o ator em “Ser Ator”. Em 2008, foi diretor de produção do 7º FIL – Festival Internacional Intercâmbio de Linguagens.

É idealizador e diretor de um dos maiores fenômenos do teatro brasileiro: “Mulheres Alteradas”, adaptação do best-seller de Maitena, com elenco de estrelas composto por: Luiza Tomé, Mel Lisboa, Adriane Galisteu, Samara Felippo entre outros.

Entre outros trabalhos, podemos citar: o premiado “Frida Y Diego” com dramaturgia de Maria Adelaide Amaral, com Leona Cavalli e José  Rubens Chachá; em 2016, a obra de Goethe, “O Aprendiz de Feiticeiro”, primeira peça de teatro do premiado novelista Antônio Calmon, e em 2017, a comédia “Gatão de Meia-Idade”, da obra de Miguel Paiva com Oscar Margini e Leona Cavalli no elenco.

Entre 2018 e 2019, foi diretor do espetáculo “Festa, a Comédia”, um solo cômico com o ator Maurício Machado dos dramaturgos Walcyr Carrasco, Alessandro Marson, Heloisa Perisse, Vicent Villari e Daniele Valente. Também foi diretor geral do show inédito “Casos e canções”, que reúne os mais diversos nomes e gerações através da música, com a atriz Eva Wilma e banda.

Foi diretor do premiado espetáculo “Um beijo em Franz Kafka”, de Sergio Roveri, com Anderson Di Rizzi e Maurício Machado no elenco.

Em 2020, dirigiu a adaptação do livro “O Elogio da Loucura”, um ensaio escrito por Erasmo de Rotterdam em 1509 e publicado em 1511, com Leona Cavalli no elenco. E roteirizou e dirigiu o espetáculo musical “Toada do Bardo”, inspirado na obra de Shakespeare, com Maurício Machado e grande elenco e direção musical de Guga Stroeter.

Em 2021/2022, dirigiu a comédia “Procuro o homem de minha vida, marido já tive”, sucesso e público e crítica, da autora argentina Daniela Di Segni, com grande elenco: Totia Meireles, Leona Cavalli Grace Gianoukas e Maurício Machado, com dramaturgia de Claudia Valli. E dirigiu a adaptação do “O Elogio da Loucura”, um ensaio escrito por Erasmo de Rotterdam em 1509 e publicado em 1511, com Leona Cavalli interpretando a Loucura.

Participa como diretor do projeto em homenagem ao centenário de Cacilda Becker, “Cacilda, por ela mesma”, com Leona Cavalli e grande elenco promovido pelo Itaú Cultural.

Em 2023, dirigiu o espetáculo musical infantil “Hoje tem festa no Céu”, de Cintia Alves.

Em 2024, dirigiu o sucesso de público e crítica “O Veneno do Teatro”, texto premiado em mais de 62 países do autor espanhol Rodolf Sirera, com Osmar Prado e Maurício Machado, que segue sendo montado. Em 2025, vai estrear o espetáculo infantojuvenil “Vamos comprar um poeta”, do autor português Afonso Cruz, em Lisboa/Portugal. E também o musical em homenagem ao grande artista plástico francês “Toulouse Lautrec, boemia, amor e arte”, com grande elenco. E mais uma parceria com Leona Cavalli, o espetáculo “Shakespeare em Crise”, de Thelma Guedes com direção de Eduardo Figueiredo.

Os atores

Osmar Prado é um dos mais prestigiados atores brasileiros, tendo recebido vários prêmios, incluindo três APCA, um Prêmio Guarani, dois Prêmios Qualidade Brasil, e um Troféu Imprensa. Consagrado como um dos maiores atores do teatro e da teledramaturgia brasileira sendo um dos nomes mais recorrentes nas produções da TV Globo.

No cinema, se destacou no filme histórico Desmundo (2003), como Francisco de Albuquerque, pelo qual recebeu sua primeira indicação ao Prêmio Guarani de Melhor Ator Coadjuvante. Interpretou o presidente Getúlio Vargas no filme biográfico Olga (2004), recebendo elogios por sua atuação, que lhe rendeu o Prêmio Qualidade Brasil de Melhor Ator Coadjuvante em Cinema. Em 10 Segundos para Vencer (2019), Osmar recebeu aclamação por sua atuação como o treinador Kid Jofre. Por esse papel, ele foi eleito Melhor Ator pelo Festival de Gramado e venceu o Prêmio Guarani de Melhor Ator Coadjuvante.

Em sua carreira se destacou diversas vezes por sua versatilidade na atuação. Entre seus papéis notáveis nesse período, incluem-se o dependente químico Lobato em O Clone (2001); o divertido Margarido em Chocolate com Pimenta (2003); o Pai na antológica minissérie Hoje É Dia de Maria (2005); o poderoso Cícero em Ciranda de Pedra (2008) e o coronel Epaminondas Napoleão em Meu Pedacinho de Chão (2014). Seu último trabalho de sucesso foi na novela “Pantanal”, como Velho do Rio (2022), todos na TV Globo.

Maurício Machado acumula diversas indicações aos principais prêmios nacionais de teatro em 37 anos de carreira. Já foi dirigido pelos principais nomes do país nas artes cênicas em mais de 30 montagens teatrais, nas quais em sua grande maioria protagonizou textos de importante autores brasileiros e estrangeiros. Na televisão integrou o elenco de produções como ‘Alma Gêmea’, ‘Cama de Gato’, ‘Cordel Encantado’ e ‘A Lei do Amor’, todas na TV Globo. Também integrou o elenco de ‘Cidadão Brasileiro’, na Record, e Chiquititas’, no SBT. A convite de Ingrid Guimarães fez dupla com a atriz em um quadro do ‘Fantástico’. Participou da série ‘O Outro Escritor’ para o Canal Futura e dos longas ‘Magal, e os Formigas’ e ‘Mulheres Alteradas’, ambas coproduções da Globo Filmes. É sócio-diretor e Curador Artístico do Teatro J. Safra em SP. Recebeu o Prêmio Nacional Cenym (ATEB – Academia de Artes no Teatro do Brasil) de melhor ator em 2019 por sua performance no espetáculo “Um beijo em Franz Kafka”.

A manhas & manias projetos culturais

Produtora com 28 anos de experiência em projetos culturais e eventos coorporativos, com vários espetáculos premiados no currículo, entre eles: “Em Nome do Pai”, com Cláudio Cavalcanti e Maurício Machado, com direção de Marcio Aurelio; “Só Os Doentes do Coração Deveriam Ser Atores” e “Ser Ator”, ambos solos com Antonio Petrin e direção de Eduardo Figueiredo; “O Mistério do Fantasma Apavorado”, adaptação da obra de Oscar Wilde por Walcyr Carrasco, com grande elenco: Bia Seidl, Petrônio Gontijo, Iara Jamra, Duda Mamberti, Maurício Machado. Esses espetáculos  foram dirigidos por Eduardo Figueiredo.

“O Último Bolero”, com Francisco Cuoco, Adriana Lessa, Chico Tenreiro, com direção de Gracindo Jr.; “A Soma de Nós”, de David Stevens, com: Rogério Fróes, Maurício Machado, Mara Manzan, e participação em vídeo de Nicette Bruno e Ana Lucia Torre; “Cyrano”, espetáculo dirigido por

Karen Acioly com Nívea Stelmann, Thierry Figueira, Tadeu Mello e Maurício Machado e supervisão de Bibi Ferreira. Em 2008, produção do 7 º FIL – Festival Internacional Intercâmbio de Linguagens – com participação de mais de 25 espetáculos internacionais – tema: Ano da França no Brasil – SP/RJ. “As Traças da Paixão”, espetáculo de Alcides Nogueira, e direção de Marco Antonio Braz, com Lucélia Santos e Maurício Machado; “Avalon”, megaprodução no Teatro do Sesi da Paulista, com Lucélia Santos, Sabrina Petraglia, Caio Paduan e elenco de 15 atores. Além das comédias de sucesso: “Mulheres Alteradas”, da obra de Maitena, com adaptação de Andrea Maltarolli e direção de Eduardo Figueiredo, com Luiza Tomé, Mel Lisboa, Adriane Galisteu, Tânia Alves, Samara Felippo, Flavia Monteiro, entre outros; “100 Dicas para Arranjar Namorado”, com Daniele Valente e Christiano Cochrane e participação em off de Marília Gabriela e Antonio Petrin, e “Batalha de Arroz num Ringue para Dois”, de Mauro Rasi, com direção de Jacqueline Laurence, e Nívea Stelmann e Maurício Machado com participação em off de Miguel Falabella e Heloísa Périssé.

Também Maitena na adaptação para teatro de seu segundo livro, “Superadas”, com dramaturgia de Miguel Paiva, com Catarina Abdalla, Mel Lisboa, Raphael Viana e Flávia Guedes. “Frida Y Diego”, com dramaturgia de Maria Adelaide Amaral, com Leona Cavalli e José Rubens Chachá, com longas temporada de sucesso no RJ e SP e turnê pelo país. Da obra de Goethe, “O Aprendiz de Feiticeiro”, primeira peça de teatro do premiado novelista Antonio Calmon, com Maurício Machado, Ghilherme Lobo, Klara Castanho e Julio Oliveira. O premiado “Um Beijo em Franz Kafka”, de Sergio Roveri com Maurício Machado e Anderson Di Rizzi; e as comédias: “Gatão de Meia-Idade, a peça”, pela primeira vez no teatro, autoria de Miguel Paiva; ‘Festa, a Comédia”, um solo cômico com o ator Maurício Machado dos dramaturgos: Walcyr Carrasco, Alessandro Marson, Heloisa Perissé, Vicent Villari e Daniele Valente. Todos esses com direção de Eduardo Figueiredo.

Em 2021/ 2022, Espetáculo musical “Toada do Bardo”, inspirado na obra de Shakespeare, com Maurício Machado e grande elenco, com direção musical de Guga Stroeter. E o projeto em homenagem ao centenário de Cacilda Becker, “Cacilda, por ela mesma”, com Leona Cavalli, Maurício Machado e elenco com parceira do Itaú Cultural. “Procuro o homem de minha vida, marido já tive”, da autora argentina Daniela Di Segni com grande elenco: Totia Meireles, Grace Gianoukas, Leona Cavalli e Maurício Machado, sucesso de público e crítica. E a adaptação do livro “O Elogio da Loucura” um ensaio escrito por Erasmo de Rotterdam em 1509 e publicado em 1511, com Leona Cavalli interpretando a Loucura. Todos com direção de Eduardo Figueiredo.

Em 2023, o espetáculo musical infantil “Hoje tem festa no Ceú”, de Cintia Alves, em turnê nacional. Em 2024, “O Veneno do Teatro”, texto premiado em mais de 62 países do autor catalão Rodolf Sirera, com Osmar Prado e Maurício Machado, sucesso de público e crítica.

Para 2025 o espetáculo infantojuvenil “Vamos comprar um poeta”, do autor português Afonso Cruz e com estreia prevista em Lisboa, Portugal. E o musical em homenagem ao grande artista plástico francês “Toulouse Lautrec, boemia, amor e arte”, com grande elenco. Todos com direção de Eduardo Figueiredo.

Há nove anos, a manhas &manias – projetos culturais é responsável pela gestão, administração e curadoria artística do Teatro J. Safra em São Paulo.

Também são coprodutores do longa da O2 filmes “Mulheres Alteradas”, da obra de Maitena, dirigido por Luiz Pinheiro, com: Deborah Secco, Alessandra Negrini, Monica Iozzi e Maria Casadevall, entre outros atores no elenco. E coprodutores do projeto “Cine Experience”, pioneiro em levar espetáculos de teatro para telas dos cinemas – primeiro espetáculo – “Gatão de Meia Idade”, de Miguel Paiva, com direção de Eduardo Figueiredo. Premiada cinco vezes com o “Hot Top Comunicação de Marketing”.

Ficha Técnica

O Veneno do Teatro

Texto: Rodolf Sirera

Tradução: Hugo Coelho

Direção: Eduardo Figueiredo

Elenco: Osmar Prado e Maurício Machado

Músico: Matias Roque Fideles

Direção Musical e Trilha: Guga Stroeter

Assistente de Direção Musical e Trilha: Pedro Pedrosa

Cenário e figurinos: Kleber Montanheiro

Desenho de Luz: Paulo Denizot

Desenho de som: Anderson Moura e Henrique Berrocal

Fotografias divulgação: Priscila Prade

Programação Visual: Raquel Alvarenga

Assistente de Direção: Gabriel Albuquerque

Camareira: Andrea Bordadagua

Técnico de Som: Henrique Berrocal

Técnico de luz: Daniel Braz

Contrarregra: Rodrigo Bella Dona

Cenotécnico: Evandro Carretero

Administrador: Paulo Paixão

Produção Executiva: Paulo Travassos

Assistente de Produção: Renan Correia

Financeiro: Thaiss Vasconcellos

Leis de Incentivo: Renata Vieira

Idealização e produção: manhas & manias projetos culturais

Destaques

ESPARATRAPO transforma hospitais em ambientes mais humanos por meio da palhaçaria 

Matéria e Foto: Divulgação

Tornar os hospitais um pouco mais calorosos e acolhedores, estreitar as relações entre profissionais da saúde e pacientes e amenizar o estresse das pessoas nesses ambientes são as propostas do Esparatrapo, grupo que, desde 2006, explora a palhaçaria como ferramenta para espalhar a alegria. Atualmente, os artistas se apresentam às terças e quintas no Hospital Graacc, na Vila Clementino, na parte da manhã, e no Hospital Infantil Darcy Vargas, no Morumbi, no período da tarde.

O Esparatrapo partiu de um coletivo de clowns com o nome de Trupe na Estrada, que já nasceu com a missão de levar um pouco mais de humanidade para os hospitais.

Nesses quase 20 anos de trajetória, o grupo já passou por diversas instituições, como os hospitais das Clínicas Luzia de Pinho Melo, São Paulo, Dante Pazzanese, Infantil Cândido Fontoura e Sepaco; a Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD); o Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas da FMUSP (Faculdade de Medicina da USP); a Casa de Apoio do Graacc, além de outras instituições e eventos.

Sempre em busca de aperfeiçoamento das técnicas de palhaçaria, o grupo realiza suas apresentações de forma totalmente gratuita, sem qualquer fim lucrativo. E, para isso, depende exclusivamente das doações de seus patrocinadores e leis de incentivo.

A formação atual do coletivo é composta de palhaços profissionais, que fazem da brincadeira, da atenção e do carinho uma forma de transformar ambientes e vidas. As atuações têm como base jogos de improvisação, mas são também guiadas pela sensibilidade de “leitura” do outro, a linguagem lúdica e a espontaneidade, típicos do palhaço.

“Como nada é planejado, muitas vezes, as pessoas que encontramos dão o tom da brincadeira, o que é sempre muito enriquecedor já que a permissão e a participação do público são primordiais”, comenta Felipe Fonseca Ribeiro, diretor da associação.

Além disso, o grupo busca contribuir com a difusão da cultura e da linguagem do palhaço na sociedade, levando a arte e o bom-humor para lugares onde as pessoas dificilmente teriam acesso a esse tipo de oportunidade.

O nome do grupo combina duas referências: uma ao esparadrapo, fita adesiva que protege o machucado; outra ao “trapo”, que simboliza o lúdico e a improvisação, ferramentas essenciais no trabalho do palhaço e que representam uma cura para a alma.

“Acreditamos que a figura do palhaço, puro como alma de criança, favorece a interação geral, estimula o imaginário, a fantasia e faz despertar a ternura naqueles que por ela se deixam afetar”, acrescenta.

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