segunda-feira, 19 janeiro, 2026

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DestaquesTeatro

MATILDE, uma comédia dedicada a Paulo Gustavo, com Malu Valle e Ivan Mendes

Matéria: Divulgação
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Malu Valle e Ivan Mendes estão fazendo história com MATILDE”, em turnê pelo Centro Cultural Banco do Brasil. O espetáculo esgotou em todas as apresentações da turnê. Com texto de Julia Spadaccini e direção de Gilberto Gawronski, a peça estreou no CCBB Rio de Janeiro, e seguiu para os CCBBs de Belo Horizonte, Brasília e Salvador. A próxima – e última parada da turnê – é em São Paulo: o espetáculo fará temporada entre 4 de dezembro de 2025 e 25 de janeiro de 2026 (com pausa entre 22 de dezembro e 7 de janeiro) no CCBB São Paulo.

Uma história que começou há 20 anos, quando Paulo Gustavo, na época estudante de Artes Cênicas da CAL (Casa das Artes de Laranjeiras), convidou Malu Valle para dirigir o espetáculo “INFRATURAS” (2005), um compilado de esquetes cômicas que marcou o início da carreira dele e de seu colega de cena Fábio Porchat, ganha em 2025 um novo e especial desfecho. O projeto que impulsionou a carreira de Paulo, consolidando uma amizade profunda entre ele e Malu, em 2015 ganhou novas proporções com a ideia do espetáculo “MATILDE”, quando o ator quis inverter os papeis e convidou Malu para estar em cena, sob sua direção. Agora, a peça celebra os 35 anos de carreira de Malu Valle e é dedicada ao revolucionário Paulo Gustavo

“MATILDE” apresenta a história de uma mulher de 60 anos (Malu Valle), aposentada, que vê sua rotina pacata em Copacabana ser transformada ao alugar um quarto para Jonas (Ivan Mendes), um ator de 36 anos em busca de sua grande oportunidade. Com humor e sensibilidade, o texto de Julia Spadaccini aborda temas como envelhecimento, solidão, relações intergeracionais e os desafios da sociedade patriarcal. O espetáculo, dirigido por Gilberto Gawronski, investe na comédia para explorar os medos e anseios de Matilde e Jonas, personagens que se provocam, se desafiam e se transformam ao longo da narrativa, em reflexões sobre a discriminação etária e os estigmas sociais impostos às mulheres mais velhas, questionando tabus sobre sexualidade e identidade na terceira idade. 

Um dos maiores artistas do Brasil, Paulo Gustavo, além de lotar os teatros por onde passava, enaltecia o espaço como poderosa arma de reflexão, que admite as contradições culturais e transpõe barreiras irreversíveis. Afinal, a crítica nasce quando a arte espelha a sociedade e faz valer seu poder de comunicação ao incorporar em uma mesma obra a multiplicidade de elementos que enriquecem o debate coletivo. “MATILDE” trata de temas de relevância mundial, repensando grandes certezas e questionando estereótipos como um caminho para uma sociedade mais positiva e menos discriminatória. Tudo com muita leveza que tem feito o público sair do teatro com desejo de voltar!

Durante a temporada, algumas sessões contarão com recursos de acessibilidade. Nos dias 20 de dezembro e 17 de janeiro, haverá tradução em Libras; dia 10 de janeiro, a apresentação contará com audiodescrição. Haverá, ainda, um bate-papo após a sessão do dia 13 de dezembro.

Como parte da programação paralela da temporada, o CCBB SP recebe, no dia 09 de janeiro, às 15h, a Oficina “A necessidade de produzir arte”, conduzida por Caio Bucker e Ivan Mendes, A oficina tem duração de duas horas e seu objetivo é levar o ensino da arte, incentivar a produção de conteúdos e transformar espectadores em pensadores construtivos do entretenimento. Serão tratados temas como empreendedorismo cultural, etapas de elaboração de projetos, uso das Leis de Incentivo, patrocínios e financiamento coletivo, além de questões ligadas ao marketing e à dramaturgia. As vagas serão preenchidas no dia, com retirada de ingressos com uma hora de antecedência na bilheteria ou no site do CCBB SP. 

A turnê “MATILDE” é apresentada pelo Ministério da Cultura e pelo Banco do Brasil, com realização do Centro Cultural Banco do Brasil e produção da Bucker Produções Artísticas. 


FICHA TÉCNICA
Direção de Movimento: Marcia Rubin
Cenário: Nello Marrese
Figurino: Carla Garan
Iluminação: Ana Luzia Molinari de Simoni
Direção Musical e Trilha Sonora: Cláudia Elizeu
Design Gráfico: Bady Cartier
Visagismo: Marcos Freire

Fotos de Divulgação: Daniel Chiacos
Camareira: Giulia Gomes
Cenotécnico: André Salles
Assistente de Cenografia: Avner Proba

Adereços da Maquete: Márcia Marques
Montagem de cenário: Leandro Brander

Montagem de luz: Thayssa Carvalho

Direção de Produção: Caio Bucker
Coordenação do Projeto: Renato Rangel
Produção Executiva SP: Gerardo Franco
Produtor Associado: Fábio Gonçalves
Assistência de Produção: Aline Monteiro
Assistência de Direção: Valeria Campos

Pesquisa Dramatúrgica: Márcia Brasil

Operação de Som: Aline Monteiro

Operação de Luz: Paty Emiko

Coordenação de Mídia: Rodrigo Medeiros | R+ Marketing

Criação de conteúdo audiovisual: Gustavo Trindade

Assessoria de Imprensa: Pombo Correio

Assessoria Jurídica: Renan Nazário

Contadores: Cissa Freitas e Francisco Junior

Idealização: Malu Valle

Produção: Bucker Produções Artísticas

Serviço
Matilde

Temporada: 

de 04 a 21 de dezembro de 2025

de 08 a 25 de janeiro de 2026

Horário: Quintas e sextas às 19h e sábados e domingos às 17h

Local: Centro Cultural Banco do Brasil – São Paulo

Endereço: Rua Álvares Penteado, 112 – Centro Histórico – SP

Classificação indicativa: 14 anos

Duração: 80 minutos

Ingressos: R$30 (inteira) e R$15 (meia-entrada), disponíveis no site bb.com.br/cultura e

na bilheteria do CCBB São Paulo. Os ingressos são liberados na sexta-feira da semana

DestaquesTeatro

O Veneno do Teatro, com Osmar Prado e Maurício Machado

Matéria: Divulgação
Foto: Priscila Prade

ACLAMADO POR PÚBLICO E CRÍTICA EM TODO O MUNDO E ENCENADA EM 62 PAÍSES,
VERSÃO BRASILEIRA DIRIGIDA POR EDUARDO FIGUEIREDO REALIZARÁ 8 APRESENTAÇÕES GRATUITAS NA CAIXA CULTURAL SÃO PAULO.

O público de São Paulo poderá assistir ao espetáculo que já levou mais de 60 mil pessoas ao teatro no Brasil e foi vista por mais de 6 milhões de pessoas em suas diversas montagens pelo mundo. “O Veneno do Teatro”, protagonizado por Osmar Prado e Maurício Machado, fará quatro apresentações no Teatro Firjan SESI Jacarepaguá entre o final de outubro e início de novembro de 2025. Obra-prima do premiado autor espanhol Rodolf Sirera, um dos dramaturgos contemporâneos de maior renome na Europa, o texto clássico já foi encenado em 62 países. Cheio de suspense, é um trilher fascinante que mantém o espectador hipnotizado do início ao fim.

Dirigida por Eduardo Figueiredo, a peça estrelada por Osmar Prado e Maurício Machado. Os personagens estabelecem uma relação peculiar, desenvolvendo uma história eletrizante e repleta de suspense e reviravoltas, em que a intriga é mantida durante toda a arrebatadora performance da dupla de atores, num jogo perigoso e contundente.

No espetáculo, um ambicioso e famoso ator chamado Gabriel De Beaumont (Maurício Machado) é convidado por um excêntrico Marquês (Osmar Prado) para interpretar uma peça teatral de sua autoria. No encontro, o Marquês, por meio de um jogo psicológico, passa a controlar o ator. E ele logo descobre que tudo não passa de uma armadilha para submetê-lo a um experimento cruel onde os limites de realidade e ficção se confundem. Depois de muitas surpresas, o Marquês revela-se um psicopata capaz de qualquer coisa para atingir seus objetivos.

Traduzido em vários idiomas, entre eles, inglês, francês, italiano, eslovaco, polonês, grego, português (de Portugal e do Brasil), croata, húngaro, búlgaro e japonês, a peça foi apresentada em 62 países como Espanha, Inglaterra, França, Venezuela, Polônia, Grécia, Porto Rico, Argentina, México, Estados Unidos e Japão. Vista por mais de 6 milhões de pessoas pelo mundo, colecionou prêmios por onde passou, confirmando seu sucesso, vitalidade e contemporaneidade. Sempre em cartaz em algum país desde então, recentemente reestreou na Espanha e Argentina, com grande êxito de público e crítica.

O texto original foi escrito na década de 70 após a ditadura de Franco e no início do processo democrático na Espanha. A história se passa na França, em 1784, na pré-revolução francesa. A montagem brasileira assume uma postura atemporal, inspirada na década de 20 em Paris, e é a primeira de todas as montagens já encenadas pelo mundo a apresentar música ao vivo, executada pelo violoncelista Matias Roque. A direção musical é de Guga Stroeter.

“Es una obra interesante, un juego dialéctico sobre ser y representar. Es una fábula moral, un thriller en torno a lo que es el arte”, diz o autor Rodolf Sirera.

“Em um momento com tantas adversidades, em que o homem apresenta sérios sinais de retrocesso e barbárie, a obra de Rodolf Sirera nos traz uma importante reflexão sobre civilidade, poder e até onde pode ir a crueldade do ser humano”, ressalta o diretor Eduardo Figueiredo.

Com mais de 100 apresentações em todo o Brasil, “O Veneno do Teatro” já foi encenado em Belém, Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Florianópolis, Goiânia, Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo, sempre com sucesso de público e crítica. Considerado pela Folha de São Paulo entre os 10 melhores espetáculos da temporada de 24, em setembro daquele ano recebeu 14 indicações ao 23°Prêmio Cenym de Teatro Nacional. Entre eles, as categorias de melhor espetáculo do ano, de melhor ator (Osmar Prado) e de melhor ator coadjuvante (Maurício Machado).

“O Veneno do Teatro cria envolvente suspense com Osmar Prado e Maurício Machado em jogo afiado. Os dois atores criam um jogo sofisticado e surpreendente.”

Miguel Arcanjo_crítico / jornalista / jurado APCA/SP

“O texto de Sirera oferece dois grandes personagens, de perfis e estruturas diferentes, que são defendidos com garra pelos intérpretes.

O Veneno do Teatro, na concepção de Figueiredo, é uma peça de ideias, um daqueles espetáculos que deseja provocar o público com um texto que revela camadas inesperadas. A opção de levar ao palco a obra de Sirera prova a conexão de Figueiredo com o seu tempo na escolha dos projetos.”

Dirceu Alves Jr._jornalista, escritor e crítico de Teatro/SP

“O carisma de Osmar Prado é inigualável. Seu personagem é dúbio e possui uma fina camada de idiossincrasia. Sua paixão pelo teatro o leva ao limite da razão. A atuação de Maurício Machado vai crescendo numa espantosa velocidade e robustez. Entendemos, nesse momento, a escolha do parceiro. Dois gigantes, cada um de seu tempo.”

Eliana de Castro_crítica de Teatro/SP

“Luminosa performance de dois atores entregues convictamente a um irrestrito jogo dúplice.

Eduardo Figueiredo mostra autoridade cênica para nos sintonizar na trajetória histórica do espetáculo.”

Wagner Corrêa de Araújo_crítico de Teatro/RJ “

“Elegante montagem encenada por Eduardo Figueiredo. Seus personagens se engalfinham em cena como sir Laurence Olivier e Michael Caine. Cenário suntuoso de Kleber Montanheiro, iluminado de modo dionisíaco no desenho de luz de Paulo Denizot. O resultado é um louvor ao teatro, no espaço sagrado do palco.”

Rodrigo Fonseca_crítico de Teatro/RJ

“Os dois atores estão impecáveis. Há um entrosamento perfeito. Parece que atuam juntos há anos. Dominam o texto e o palco plenamente. Passam o texto com emoção, se doam de forma intensa no palco. Dois excelentes atores interpretando personagens com perfis e humanidades distintas.”

Alex Varela_historiador, autor e crítico de Teatro/RJ

“Osmar e Maurício, conseguem um resultado cênico genuíno, dão contemporaneidade ao texto, com interpretações que se confrontam e, ao mesmo tempo, se complementam, graças a capacidade de se comunicarem com o público, sacudindo a plateia para não somente testemunharem, mas participarem com o seu próprio voyeurismo venenoso. As atuações de Osmar e Maurício contribuem decisivamente para isso. Seremos atores da nossa própria vida ou continuaremos marionetes nas mãos de manipuladores e assassinos?”

Francis Ivanovich_jornalista, dramaturgo e cineasta, criador e diretor do Prêmio Nacional de Dramaturgia Flávio Migliaccio e editor geral do Notícias do Teatro/RJ

“O que mais impressiona, na altíssima qualidade do texto, é a capacidade de deixar a plateia em suspense, finalmente boquiaberta com a capacidade única de o teatro nos fazer acreditar.”

Cláudia Chaves_jornalista e crítica de Teatro/RJ “

“Um marco na temporada de SP em 2024.”

(José Marcondes_jornalista da Folha de São Paulo)

SERVIÇO:

O Veneno do Teatro

Texto: Rodolf Sirera

Tradução: Hugo Coelho

Direção: Eduardo Figueiredo

Elenco: Osmar Prado e Maurício Machado

Músico: Matias Roque Fideles

Direção Musical e Trilha: Guga Stroeter

Cenário e figurinos: Kleber Montanheiro

Desenho de Luz: Paulo Denizot

Classificação: 14 anos

Duração: 70 minutos

Local: CAIXA CULTURAL SÃO PAULO

Endereço: Praça da Sé, 111 – Centro /São Paulo – SP

Período: 04 a 14/12 – (quinta a domingo – às 19h)

Sessão com acessibilidade – intérprete de Libras: dia 12/12 (sexta-feira)

Ingressos: gratuitos – (distribuição no local – 1h antes de cada sessão)

Rede social: @caixaculturalsp

Prefira transporte público

O Autor

Rodolf Sirera é um dos dramaturgos de maior renome na Europa. Nascido em Valencia é formado em História e Filosofia. Participa desde o final da década de 60 do movimento do teatro independente. Além de autor, atua como crítico teatral em diferentes publicações (Cartelera Turia, La Marina, Destino, Serra d’Or, Primer Acto, etc.) e como roteirista para TV. Ao longo de sua carreira como autor já escreveu mais de 30 obras e ganhou diversos prêmios como Ciutat de Barcelona, Ciutat de València de la crítica, Ciutat deGranollers, Ciutat d’Alcoi, Premi Born de Teatre, Teatre Principal de Palma, Jaume Vidal Alcover. Suas obras já foram traduzidas para o inglês, francês, italiano, grego, português, entre outros idiomas.

O Diretor

Eduardo Figueiredo é diretor de teatro e mestre em teatro pela USP, encenador de diversos espetáculos e um dos principais produtores do atual teatro brasileiro. Ele é sócio da manhas & manias projetos culturais, e sócio e curador do Teatro J Safra, em São Paulo.

Em sua formação, teve oportunidade de trabalhar com grandes mestres e cias, entre eles: Eugênio Barba (Odin Teatret/Dinamarca), Carlos Cueva (EITALC/Cuba), La Outra Orilla (Alemanha), Living Theatre (USA) e Cia Yayachkani (Peru).

Entre os principais trabalhos, podemos citar: autor e diretor de “Só os Doentes do Coração Deveriam ser Atores”, com Antonio Petrin, e, em 2012, repetiu sua parceria em outro solo com o ator em “Ser Ator”. Em 2008, foi diretor de produção do 7º FIL – Festival Internacional Intercâmbio de Linguagens.

É idealizador e diretor de um dos maiores fenômenos do teatro brasileiro: “Mulheres Alteradas”, adaptação do best-seller de Maitena, com elenco de estrelas composto por: Luiza Tomé, Mel Lisboa, Adriane Galisteu, Samara Felippo entre outros.

Entre outros trabalhos, podemos citar: o premiado “Frida Y Diego” com dramaturgia de Maria Adelaide Amaral, com Leona Cavalli e José  Rubens Chachá; em 2016, a obra de Goethe, “O Aprendiz de Feiticeiro”, primeira peça de teatro do premiado novelista Antônio Calmon, e em 2017, a comédia “Gatão de Meia-Idade”, da obra de Miguel Paiva com Oscar Margini e Leona Cavalli no elenco.

Entre 2018 e 2019, foi diretor do espetáculo “Festa, a Comédia”, um solo cômico com o ator Maurício Machado dos dramaturgos Walcyr Carrasco, Alessandro Marson, Heloisa Perisse, Vicent Villari e Daniele Valente. Também foi diretor geral do show inédito “Casos e canções”, que reúne os mais diversos nomes e gerações através da música, com a atriz Eva Wilma e banda.

Foi diretor do premiado espetáculo “Um beijo em Franz Kafka”, de Sergio Roveri, com Anderson Di Rizzi e Maurício Machado no elenco.

Em 2020, dirigiu a adaptação do livro “O Elogio da Loucura”, um ensaio escrito por Erasmo de Rotterdam em 1509 e publicado em 1511, com Leona Cavalli no elenco. E roteirizou e dirigiu o espetáculo musical “Toada do Bardo”, inspirado na obra de Shakespeare, com Maurício Machado e grande elenco e direção musical de Guga Stroeter.

Em 2021/2022, dirigiu a comédia “Procuro o homem de minha vida, marido já tive”, sucesso e público e crítica, da autora argentina Daniela Di Segni, com grande elenco: Totia Meireles, Leona Cavalli Grace Gianoukas e Maurício Machado, com dramaturgia de Claudia Valli. E dirigiu a adaptação do “O Elogio da Loucura”, um ensaio escrito por Erasmo de Rotterdam em 1509 e publicado em 1511, com Leona Cavalli interpretando a Loucura.

Participa como diretor do projeto em homenagem ao centenário de Cacilda Becker, “Cacilda, por ela mesma”, com Leona Cavalli e grande elenco promovido pelo Itaú Cultural.

Em 2023, dirigiu o espetáculo musical infantil “Hoje tem festa no Céu”, de Cintia Alves.

Em 2024, dirigiu o sucesso de público e crítica “O Veneno do Teatro”, texto premiado em mais de 62 países do autor espanhol Rodolf Sirera, com Osmar Prado e Maurício Machado, que segue sendo montado. Em 2025, vai estrear o espetáculo infantojuvenil “Vamos comprar um poeta”, do autor português Afonso Cruz, em Lisboa/Portugal. E também o musical em homenagem ao grande artista plástico francês “Toulouse Lautrec, boemia, amor e arte”, com grande elenco. E mais uma parceria com Leona Cavalli, o espetáculo “Shakespeare em Crise”, de Thelma Guedes com direção de Eduardo Figueiredo.

Os atores

Osmar Prado é um dos mais prestigiados atores brasileiros, tendo recebido vários prêmios, incluindo três APCA, um Prêmio Guarani, dois Prêmios Qualidade Brasil, e um Troféu Imprensa. Consagrado como um dos maiores atores do teatro e da teledramaturgia brasileira sendo um dos nomes mais recorrentes nas produções da TV Globo.

No cinema, se destacou no filme histórico Desmundo (2003), como Francisco de Albuquerque, pelo qual recebeu sua primeira indicação ao Prêmio Guarani de Melhor Ator Coadjuvante. Interpretou o presidente Getúlio Vargas no filme biográfico Olga (2004), recebendo elogios por sua atuação, que lhe rendeu o Prêmio Qualidade Brasil de Melhor Ator Coadjuvante em Cinema. Em 10 Segundos para Vencer (2019), Osmar recebeu aclamação por sua atuação como o treinador Kid Jofre. Por esse papel, ele foi eleito Melhor Ator pelo Festival de Gramado e venceu o Prêmio Guarani de Melhor Ator Coadjuvante.

Em sua carreira se destacou diversas vezes por sua versatilidade na atuação. Entre seus papéis notáveis nesse período, incluem-se o dependente químico Lobato em O Clone (2001); o divertido Margarido em Chocolate com Pimenta (2003); o Pai na antológica minissérie Hoje É Dia de Maria (2005); o poderoso Cícero em Ciranda de Pedra (2008) e o coronel Epaminondas Napoleão em Meu Pedacinho de Chão (2014). Seu último trabalho de sucesso foi na novela “Pantanal”, como Velho do Rio (2022), todos na TV Globo.

Maurício Machado acumula diversas indicações aos principais prêmios nacionais de teatro em 37 anos de carreira. Já foi dirigido pelos principais nomes do país nas artes cênicas em mais de 30 montagens teatrais, nas quais em sua grande maioria protagonizou textos de importante autores brasileiros e estrangeiros. Na televisão integrou o elenco de produções como ‘Alma Gêmea’, ‘Cama de Gato’, ‘Cordel Encantado’ e ‘A Lei do Amor’, todas na TV Globo. Também integrou o elenco de ‘Cidadão Brasileiro’, na Record, e Chiquititas’, no SBT. A convite de Ingrid Guimarães fez dupla com a atriz em um quadro do ‘Fantástico’. Participou da série ‘O Outro Escritor’ para o Canal Futura e dos longas ‘Magal, e os Formigas’ e ‘Mulheres Alteradas’, ambas coproduções da Globo Filmes. É sócio-diretor e Curador Artístico do Teatro J. Safra em SP. Recebeu o Prêmio Nacional Cenym (ATEB – Academia de Artes no Teatro do Brasil) de melhor ator em 2019 por sua performance no espetáculo “Um beijo em Franz Kafka”.

A manhas & manias projetos culturais

Produtora com 28 anos de experiência em projetos culturais e eventos coorporativos, com vários espetáculos premiados no currículo, entre eles: “Em Nome do Pai”, com Cláudio Cavalcanti e Maurício Machado, com direção de Marcio Aurelio; “Só Os Doentes do Coração Deveriam Ser Atores” e “Ser Ator”, ambos solos com Antonio Petrin e direção de Eduardo Figueiredo; “O Mistério do Fantasma Apavorado”, adaptação da obra de Oscar Wilde por Walcyr Carrasco, com grande elenco: Bia Seidl, Petrônio Gontijo, Iara Jamra, Duda Mamberti, Maurício Machado. Esses espetáculos  foram dirigidos por Eduardo Figueiredo.

“O Último Bolero”, com Francisco Cuoco, Adriana Lessa, Chico Tenreiro, com direção de Gracindo Jr.; “A Soma de Nós”, de David Stevens, com: Rogério Fróes, Maurício Machado, Mara Manzan, e participação em vídeo de Nicette Bruno e Ana Lucia Torre; “Cyrano”, espetáculo dirigido por

Karen Acioly com Nívea Stelmann, Thierry Figueira, Tadeu Mello e Maurício Machado e supervisão de Bibi Ferreira. Em 2008, produção do 7 º FIL – Festival Internacional Intercâmbio de Linguagens – com participação de mais de 25 espetáculos internacionais – tema: Ano da França no Brasil – SP/RJ. “As Traças da Paixão”, espetáculo de Alcides Nogueira, e direção de Marco Antonio Braz, com Lucélia Santos e Maurício Machado; “Avalon”, megaprodução no Teatro do Sesi da Paulista, com Lucélia Santos, Sabrina Petraglia, Caio Paduan e elenco de 15 atores. Além das comédias de sucesso: “Mulheres Alteradas”, da obra de Maitena, com adaptação de Andrea Maltarolli e direção de Eduardo Figueiredo, com Luiza Tomé, Mel Lisboa, Adriane Galisteu, Tânia Alves, Samara Felippo, Flavia Monteiro, entre outros; “100 Dicas para Arranjar Namorado”, com Daniele Valente e Christiano Cochrane e participação em off de Marília Gabriela e Antonio Petrin, e “Batalha de Arroz num Ringue para Dois”, de Mauro Rasi, com direção de Jacqueline Laurence, e Nívea Stelmann e Maurício Machado com participação em off de Miguel Falabella e Heloísa Périssé.

Também Maitena na adaptação para teatro de seu segundo livro, “Superadas”, com dramaturgia de Miguel Paiva, com Catarina Abdalla, Mel Lisboa, Raphael Viana e Flávia Guedes. “Frida Y Diego”, com dramaturgia de Maria Adelaide Amaral, com Leona Cavalli e José Rubens Chachá, com longas temporada de sucesso no RJ e SP e turnê pelo país. Da obra de Goethe, “O Aprendiz de Feiticeiro”, primeira peça de teatro do premiado novelista Antonio Calmon, com Maurício Machado, Ghilherme Lobo, Klara Castanho e Julio Oliveira. O premiado “Um Beijo em Franz Kafka”, de Sergio Roveri com Maurício Machado e Anderson Di Rizzi; e as comédias: “Gatão de Meia-Idade, a peça”, pela primeira vez no teatro, autoria de Miguel Paiva; ‘Festa, a Comédia”, um solo cômico com o ator Maurício Machado dos dramaturgos: Walcyr Carrasco, Alessandro Marson, Heloisa Perissé, Vicent Villari e Daniele Valente. Todos esses com direção de Eduardo Figueiredo.

Em 2021/ 2022, Espetáculo musical “Toada do Bardo”, inspirado na obra de Shakespeare, com Maurício Machado e grande elenco, com direção musical de Guga Stroeter. E o projeto em homenagem ao centenário de Cacilda Becker, “Cacilda, por ela mesma”, com Leona Cavalli, Maurício Machado e elenco com parceira do Itaú Cultural. “Procuro o homem de minha vida, marido já tive”, da autora argentina Daniela Di Segni com grande elenco: Totia Meireles, Grace Gianoukas, Leona Cavalli e Maurício Machado, sucesso de público e crítica. E a adaptação do livro “O Elogio da Loucura” um ensaio escrito por Erasmo de Rotterdam em 1509 e publicado em 1511, com Leona Cavalli interpretando a Loucura. Todos com direção de Eduardo Figueiredo.

Em 2023, o espetáculo musical infantil “Hoje tem festa no Ceú”, de Cintia Alves, em turnê nacional. Em 2024, “O Veneno do Teatro”, texto premiado em mais de 62 países do autor catalão Rodolf Sirera, com Osmar Prado e Maurício Machado, sucesso de público e crítica.

Para 2025 o espetáculo infantojuvenil “Vamos comprar um poeta”, do autor português Afonso Cruz e com estreia prevista em Lisboa, Portugal. E o musical em homenagem ao grande artista plástico francês “Toulouse Lautrec, boemia, amor e arte”, com grande elenco. Todos com direção de Eduardo Figueiredo.

Há nove anos, a manhas &manias – projetos culturais é responsável pela gestão, administração e curadoria artística do Teatro J. Safra em São Paulo.

Também são coprodutores do longa da O2 filmes “Mulheres Alteradas”, da obra de Maitena, dirigido por Luiz Pinheiro, com: Deborah Secco, Alessandra Negrini, Monica Iozzi e Maria Casadevall, entre outros atores no elenco. E coprodutores do projeto “Cine Experience”, pioneiro em levar espetáculos de teatro para telas dos cinemas – primeiro espetáculo – “Gatão de Meia Idade”, de Miguel Paiva, com direção de Eduardo Figueiredo. Premiada cinco vezes com o “Hot Top Comunicação de Marketing”.

Ficha Técnica

O Veneno do Teatro

Texto: Rodolf Sirera

Tradução: Hugo Coelho

Direção: Eduardo Figueiredo

Elenco: Osmar Prado e Maurício Machado

Músico: Matias Roque Fideles

Direção Musical e Trilha: Guga Stroeter

Assistente de Direção Musical e Trilha: Pedro Pedrosa

Cenário e figurinos: Kleber Montanheiro

Desenho de Luz: Paulo Denizot

Desenho de som: Anderson Moura e Henrique Berrocal

Fotografias divulgação: Priscila Prade

Programação Visual: Raquel Alvarenga

Assistente de Direção: Gabriel Albuquerque

Camareira: Andrea Bordadagua

Técnico de Som: Henrique Berrocal

Técnico de luz: Daniel Braz

Contrarregra: Rodrigo Bella Dona

Cenotécnico: Evandro Carretero

Administrador: Paulo Paixão

Produção Executiva: Paulo Travassos

Assistente de Produção: Renan Correia

Financeiro: Thaiss Vasconcellos

Leis de Incentivo: Renata Vieira

Idealização e produção: manhas & manias projetos culturais

Destaques

ESPARATRAPO transforma hospitais em ambientes mais humanos por meio da palhaçaria 

Matéria e Foto: Divulgação

Tornar os hospitais um pouco mais calorosos e acolhedores, estreitar as relações entre profissionais da saúde e pacientes e amenizar o estresse das pessoas nesses ambientes são as propostas do Esparatrapo, grupo que, desde 2006, explora a palhaçaria como ferramenta para espalhar a alegria. Atualmente, os artistas se apresentam às terças e quintas no Hospital Graacc, na Vila Clementino, na parte da manhã, e no Hospital Infantil Darcy Vargas, no Morumbi, no período da tarde.

O Esparatrapo partiu de um coletivo de clowns com o nome de Trupe na Estrada, que já nasceu com a missão de levar um pouco mais de humanidade para os hospitais.

Nesses quase 20 anos de trajetória, o grupo já passou por diversas instituições, como os hospitais das Clínicas Luzia de Pinho Melo, São Paulo, Dante Pazzanese, Infantil Cândido Fontoura e Sepaco; a Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD); o Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas da FMUSP (Faculdade de Medicina da USP); a Casa de Apoio do Graacc, além de outras instituições e eventos.

Sempre em busca de aperfeiçoamento das técnicas de palhaçaria, o grupo realiza suas apresentações de forma totalmente gratuita, sem qualquer fim lucrativo. E, para isso, depende exclusivamente das doações de seus patrocinadores e leis de incentivo.

A formação atual do coletivo é composta de palhaços profissionais, que fazem da brincadeira, da atenção e do carinho uma forma de transformar ambientes e vidas. As atuações têm como base jogos de improvisação, mas são também guiadas pela sensibilidade de “leitura” do outro, a linguagem lúdica e a espontaneidade, típicos do palhaço.

“Como nada é planejado, muitas vezes, as pessoas que encontramos dão o tom da brincadeira, o que é sempre muito enriquecedor já que a permissão e a participação do público são primordiais”, comenta Felipe Fonseca Ribeiro, diretor da associação.

Além disso, o grupo busca contribuir com a difusão da cultura e da linguagem do palhaço na sociedade, levando a arte e o bom-humor para lugares onde as pessoas dificilmente teriam acesso a esse tipo de oportunidade.

O nome do grupo combina duas referências: uma ao esparadrapo, fita adesiva que protege o machucado; outra ao “trapo”, que simboliza o lúdico e a improvisação, ferramentas essenciais no trabalho do palhaço e que representam uma cura para a alma.

“Acreditamos que a figura do palhaço, puro como alma de criança, favorece a interação geral, estimula o imaginário, a fantasia e faz despertar a ternura naqueles que por ela se deixam afetar”, acrescenta.

DestaquesTeatro

HABITAT, do premiado Rafael Primot, estreia em janeiro no Teatro Estúdio

Matéria: Divulgação
Foto: Kim Leekyung

Os fenômenos do cancelamento, da manipulação da verdade e do julgamento popular podem trazer consequências extremamente perigosas na Era das Redes Sociais. Para trazer luz a essas discussões, Habitat, com dramaturgia de Rafael Primot (prêmios Shell, Cesgranrio e Cooperativa Paulista de Teatro), tem sua temporada de estreia no Teatro Estúdio, de 13 de janeiro a 5 de março de 2026. As apresentações acontecem de terça a quinta-feira, sempre às 20h.

O espetáculo tem ainda direção de Eric Lenate e Lavínia Pannunzio e, além de Primot, traz no elenco Fernanda de Freitas (Tapas e Beijos, Um Lugar ao Sol, O Sétimo Guardião) e Rogério Brito (Fuzuê, Nos Tempos do Imperador, 3%, Sintonia). Já a produção é da Enkapothado Artes.

Habitat é inspirada em fatos reais e acompanha o embate entre três personagens a partir de um crime ocorrido dentro de uma grande rede de supermercados: a jornalista investigativa Nádia, o trabalhador braçal Adailton e o gerente da loja Tite. Um incidente trágico dentro do estabelecimento entrelaça seus destinos e dá início a um intenso drama sobre preconceito, busca por justiça e a manipulação da verdade em uma sociedade marcada pela força da mídia e por julgamentos precipitados. Graças a sua relevância para os dias atuais, o texto recebeu o prêmio do Estado para montagens inéditas, Proac 2024.

A dramaturgia, segundo o autor e ator Rafael Primot, nasceu de sua observação das redes sociais e notícias e como muitas vezes as pessoas passam a julgar e a condenar umas às outras sem ouvir todos os lados das histórias. “Esse fenômeno contemporâneo do cancelamento e da desumanização me instigaram profundamente. Comecei a refletir sobre como estamos perdendo a capacidade de empatia, e o teatro, para mim, é o espaço ideal para debater isso e colocar uma lente de aumento sobre nossos comportamentos coletivos”, revela.

Além de ser uma obra artística relevante, Habitat é uma resposta ao momento atual, no qual a arte e a cultura enfrentam desafios significativos. Trata-se de uma obra provocativa sobre moralidade, responsabilidade e o poder destrutivo dos julgamentos virtuais. Em tempos de exposição total, o espetáculo convida o público a refletir sobre empatia, cancelamento, e a complexa verdade por trás de cada “vilão” digital.

“A força de Habitat está na palavra, nos diálogos que movem a ação e revelam as camadas psicológicas de cada personagem. É um texto sobre o que dizemos, mas principalmente sobre o que nossas palavras podem causar. E essa força ganha vida através do elenco, com enorme potência dramática, e a parceria inédita entre Éric Lenate e Lavínia Pannunzio na direção, que trouxe uma intensidade e um olhar sensível para esse embate humano”, acrescenta Primot.

Ficha técnica

Elenco: Fernanda de Freitas, Rafael Primot e Rogério Brito

Direção: Lavínia Pannunzio e Eric Lenate

Texto: Rafael Primot

Trilha Sonora: LP Daniel

Figurinos e direção de arte: Carol Bertier

Cenário: Eric Lenate

Luz: Sarah Salgado

Visagismo: Alisson Rodrigues e Emi Sato

Designer gráfico: Patrícia Cividanes

Mídias Sociais: Haroldo Miklos

Making of e captações: Otávio Pacheco

Assessoria de Imprensa: Pombo Correio

Fotos ensaio e  palco: Leekyung Kim

Fotos de estúdio: Sérgio Santoian

Produção: Franz Keppler e Rafael Primot

Uma produção Enkapothado Artes

Realização através do Proac2024

Sinopse

A jornalista Nádia (Fernanda de Freitas) entrevista o assassino confesso Adailton (Rafael Primot), que, por sua vez, acusa o executivo Tite (Rogério Brito) de ser o mandante do crime ocorrido dentro de um supermercado. A partir desse encontro, o caso ganha novas proporções nas mídias sociais e desencadeia uma série de desdobramentos inesperados. Inspirado em um fato real.

Um incidente trágico que dá início a um intenso drama sobre preconceito, busca por justiça e a manipulação da verdade em uma sociedade marcada pela força da mídia e por julgamentos precipitados. Dirigido por Lavínia Pannunzio e Eric Lenate, traz no elenco nomes como Fernanda de Freitas, Rafael Primot e Rogério Brito. O texto, relevante para os dias atuais, recebeu o prêmio do Estado para montagens inéditas (Proac 2024).

Serviço

Habitat, de Rafael Primot

Temporada: 13 de janeiro a 5 de março de 2026*

às terças, quartas e quintas-feira, às 20h

* Não haverá sessões nos dias 17, 18 e 19 de fevereiro

**Sessão exclusiva para convidados: 19 de janeiro

Teatro Estúdio –  Conselheiro Nébias, 891 – Campos Elíseos, São Paulo – SP, Metrô Santa Cecília

Ingressos: R$100 (inteira) e R$50(meia-entrada)

Venda online Sympla

Bilheteria:

Bilheteria física: Teatro Estúdio – tel: (11) 97474-1912

Horário de funcionamento: somente em dias de espetáculo, 2 horas antes do início da apresentação.

Estacionamento na frente do teatro

Telefone: (11) 97474-1912

Acessibilidade: Sim

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