quarta-feira, 11 março, 2026
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‘Qualquer Gato Vira-Lata Tem Uma Vida Sexual Mais Sadia que a Nossa!’

Matéria: Divulgação
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Dizem que conselho amoroso é furada… Mas e se viesse com “método científico” e um pouquinho de caos? Um dos títulos mais populares da comédia romântica no teatro brasileiro, “Qualquer Gato Vira-Lata Tem Uma Vida Sexual Mais Sadia que a Nossa!” ganhará nova montagem com texto de Juca de Oliveira, direção de Alexandre Reinecke e elenco formado por Paulo Vilhena, Duda Reis e Vittor Fernando, com estreia marcada para 6 de março de 2026, no Teatro das Artes (Shopping Eldorado), em São Paulo. A peça segue em curta temporada sexta e sábado, às 20h; e domingo, às 18h; até 12 de abril.

Lançada originalmente nos palcos em 1998 e posteriormente adaptada para o cinema, a obra conquistou milhares de espectadores ao longo dos anos, tornando a história sinônimo de entretenimento leve, divertido e irresistivelmente popular.

Em cena, Tati (Duda Reis) vê sua vida sentimental virar de cabeça para baixo quando é abandonada pelo namorado Marcelo (Vittor Fernando) e acaba se envolvendo com Conrado (Paulo Vilhena), um professor que tenta explicar o amor por meio de teorias científicas inspiradas no comportamento animal. Entre aulas absurdas, reencontros inesperados e muitas confusões, forma-se um triângulo amoroso cheio de humor e identificação. Uma comédia romântica leve, divertida e irresistível sobre as surpresas e a falta de lógica das relações modernas.

Diretor com longa trajetória na comédia, Alexandre Reinecke assina uma encenação que abraça o teatro em sua forma mais “assumida”: a cena se constrói a partir de marcações precisas, ritmo, jogo corporal e soluções cênicas que fogem do naturalismo, uma escolha que potencializa a engrenagem cômica do texto de Juca de Oliveira, sem abrir mão da camada afetiva que atravessa a história:

“Estou imprimindo o meu jeito de fazer comédia: é uma proposta muito teatral, com marcações inspiradas nos grandes palhaços, do circo, do cinema e do teatro. A ideia é revisitar essas referências para dar uma cara nova à montagem, com liberdade para o exagero quando ele é necessário, mas mantendo a inteligência do texto e as emoções que ele carrega”, afirma Reinecke.

Para o diretor, voltar a um título consagrado também é uma maneira de reafirmar a força do gênero, além de testar a disciplina do riso ao vivo.

“Sou um entusiasta da comédia: acho que boas comédias precisam ser sempre revisitadas. Elas atravessam o tempo porque continuam dizendo algo sobre a gente. E, em comédia, o entrosamento é tudo. Desde o começo o elenco se mostrou muito disponível para essa proposta, comprou a ideia e se jogou. Quando existe essa sintonia, a peça ganha precisão, o timing aparece e o público sente”, completa.

A temporada marca ainda o retorno de Paulo Vilhena ao palco após seis anos afastado do teatro, reencontrando o gênero da comédia romântica em uma montagem que aposta no timing preciso e no jogo cênico dos atores em cena.

SINOPSE: Tati vê sua vida sentimental virar de cabeça para baixo quando é abandonada pelo namorado e acaba se envolvendo com um professor que tenta explicar o amor por meio de teorias científicas inspiradas no comportamento animal. Entre aulas absurdas, reencontros inesperados e muitas confusões, forma-se um triângulo amoroso cheio de humor e identificação.

SOBRE ALEXANDRE REINECKE | Diretor

Alexandre Reinecke é um dos diretores mais atuantes do Brasil, com quase 60 peças dirigidas desde o ano 2000, quando consolidou sua carreira de diretor como assistente de direção de Paulo Autran. Desde então, dirigiu grandes nomes do teatro, como Beatriz Segall, Eva Wilma, Dan Stulbach, Fabio Assunção, Daniel Dantas, Nicete Bruno e Reynaldo Gianecchini. Dentre seus principais trabalhos, estão Quarta-feira, sem falta, lá em casa; TOC TOC; Os 39 Degraus; Adultérios; Os Sete Gatinhos; Volta ao Lar; e Oração para um pé-de-chinelo.

FICHA TÉCNICA:

Texto: Juca De Oliveira

Direção: Alexandre Reinecke

Elenco: Paulo Vilhena, Duda Reis e Vittor Fernando

Cenário: Alexandre Reinecke

Iluminação: Alex Saldanha

Figurino: Marcos Valadão

Fotografia: Jofí Herrera

Diretora de produção: Miçairi Guimarães

Produção executiva: Amanda Santana

Produção: Magic Arts

Assessoria de imprensa: Prisma Colab

SERVIÇO:

Estreia: 6 de março de 2026

Temporada: de 6 de março de 2026 a 31 de maio de 2026

Horário: sexta e sábado às 20h; e domingo, às 18h

Local: Teatro das Artes

Endereço: Av. Rebouças, 3970 – Store 409 – Pinheiros, São Paulo/SP

Abertura dos portões: 45 minutos antes do evento

Faixa etária: 14 anos

Duração: 70 minutos

Ingressos: R$120 (inteira) e R$60 (meia) no balcão; R$140 (inteira) e R$70 (meia) na plateia lateral; e R$160 (inteira) e R$80 (meia) na plateia central

Antecipados: https://www.eventim.com.br/artist/teatro-das-artes/qualquer-gato-vira-lata-tem-uma-vida-sexual-mais-sadia-que-a-nossa-4081566

DestaquesTeatro

Luiz Fernando Guimarães estrela a comédia BAIXA SOCIEDADE em São Paulo

Matéria: Divulgação
Foto: Leo Aversa

Estrelada por Luiz Fernando Guimarães e com Bruno Gissoni, Bruna Trindade e Isabella Santoni no elenco, a peça Baixa Sociedade estreia no dia 10 de janeiro no Teatro Renaissance, em São Paulo, com sessões sextas, às 19h30, sábados, às 19h, e domingos, às 17h. Escrita por Juca de Oliveira e adaptada e dirigida por Pedro Neschling, a comédia constrói um retrato divertido e incômodo do brasileiro contemporâneo sobre o sonho e o descompasso de subir na vida a qualquer custo.

Baixa Sociedade é uma peça que já fez muito sucesso, foi montada pelo Luiz Gustavo, foi montada pelo Osmar Prado, fez sucesso em outros países da América Latina. E você ter agora o Luiz Fernando Guimarães, que está comemorando 50 anos de carreira, tem uma expectativa grande, mas ao mesmo tempo está sendo um imenso prazer conduzir esse processo com esse elenco tão talentoso, que apesar de serem jovens talentos, ao mesmo tempo são superexperientes, porque já fizeram muitos trabalhos”, comenta o diretor.

Ambientada no apartamento que divide com o filho, a trama acompanha Otávio (Luiz Fernando Guimarães), um homem criativo e disposto a (quase) tudo para mudar de vida – mentir, trapacear, inventar –, apresentando ao filho, Otavinho (Bruno Gissoni), uma série de projetos visando ascender socialmente. Enquanto isso, Ritinha (Bruna Trindade) sonha em casar com Otavinho (Bruno Gissoni), mas tudo pode mudar quando Ana Maria (Isabella Santoni), uma ex-namorada, reaparece, abalando as estruturas da família.

Com humor afiado e situações cômicas, “Baixa Sociedade” é um retrato divertido do “jeitinho brasileiro”, explorando os limites da ética em nome da ambição.

SERVIÇO

Estreia: 10 de janeiro de 2026
Temporada: De 10 de janeiro a 29 de março de 2026
Sessões: Sextas, às 19h30; sábados, às 19h; e domingos, às 17h
Local: Teatro Renaissance (Alameda Santos, 2233 – Jardim Paulista, São Paulo – SP)
Ingressos: a partir de R$ 75
Vendas pelo Sampa Ingressos ou diretamente na bilheteria do teatro
Duração: 80 minutos
Classificação: 14 anos

ELENCO

Luiz Fernando Guimarães (Otávio)
Bruno Gissoni (Otavinho)
Bruna Trindade (Ritinha)
Isabella Santoni (Ana Maria)

FICHA TÉCNICA

Texto: Juca de Oliveira
Direção: Pedro Neschling
Assistente de Direção: Paulo Mathias
Cenografia: Mira Andrade
Iluminadora: Adriana Ortiz
Figurinos: Antônio Medeiros e Fernanda Albuquerque
Direção Musical: Rodrigo Marçal
SAC: Carinne Namba
Projeto Gráfico: Lucas Sancho
Assessoria de Imprensa: Ligia Lopes
Comunicação e Marketing: Lucas Sancho
Gestão de Performance e Redes Sociais: Nucleus
Assistente Luiz Fernando Guimarães: Alécia Medeiros
Coach de Interpretação Luiz Fernando Guimarães: Amanda Brum
Filmmaker: João Melin
Fotografia: Leo Aversa
Assistente de Fotografia: João Oliveira
Camareiro: Esthevão Laurentino
Beleza: Bianca Guerra
Produção Executiva: Xandy
Produção Geral: Miçairi Guimarães e Sandro Chaim
Realização: Magic Arts

PEDRO NESCHLING | Diretor

Pedro Neschling nasceu no Rio de Janeiro, em 1982. Desde que estreou profissionalmente em 2000, reveza-se entre as funções de ator, diretor, escritor, dramaturgo e roteirista em novelas, seriados, peças de teatro, livros e filmes.

Escreveu os romances “Gigantes” (2015) e “Supernormal” (2018), ambos lançados pelo grupo Companhia das Letras. Atuou com destaque em programas da Globo, como a série “Aline” e novelas como “Da Cor do Pecado”, “Páginas da Vida” e no remake de “Renascer”. Como roteirista de TV, integrou a equipe da novela “Salve-se Quem Puder” da Globo, e do seriado “E aí, comeu?” exibido pelo Multishow.

No cinema, estreou como roteirista do premiado documentário “Timor Lorosae – O massacre que o mundo não viu”. Assinou argumento e roteiro de “Chocante”, produzido por Augusto Casé e Bruno Mazzeo, onde também atuou. Também assinou o roteiro de “Hermanoteu na Terra de Godah”, dirigido por Homero Olivetto. Aparece ainda nos créditos de diversos filmes como ator, incluindo o inédito “90 Decibéis”, de Fellipe Barbosa, produzido pelos Estúdios Globo.

No teatro, atuou em vários espetáculos como “Os Sem Vergonhas”, “Trindade” e outros. Estreou como diretor dividindo com Guilherme Leme o comando da premiada montagem de “A Forma das Coisas” de Neil LaBute. Assinou ainda as montagens de “Estragaram todos os meus sonhos, seus cães miseráveis!” de Daniela Pereira de Carvalho, “Um Número”, protagonizada por Pedro Paulo Rangel, “Alguém Acaba de Morrer Lá Fora”, de Jô Bilac, com Lucélia Santos no elenco, e do supersucesso “Corte Fatal”. Está dirigindo Luiz Fernando Guimarães na comédia “Baixa Sociedade”. Seu primeiro texto como autor, “Apenas Uma Noite”, foi encenado com sucesso no Brasil e ganhou uma montagem portuguesa pelo diretor António Pires. Na encenação do seu segundo texto, “Como Nossos Pais”, também atuou e dirigiu o espetáculo. A peça foi lançada em livro pela Giostri Editora.

LUIZ FERNANDO GUIMARÃES | Otávio

Luiz Fernando Guimarães é um dos principais nomes do humor e da dramaturgia brasileira. Nascido no Rio de Janeiro, iniciou sua carreira em 1974 no grupo teatral Asdrúbal Trouxe o Trombone, referência do teatro de vanguarda e da linguagem cômica inovadora no país.

Desde então, construiu uma trajetória marcada pela experimentação, pelo improviso e por uma presença cênica inconfundível.

No cinema, participou de mais de quinze filmes, entre eles O Que É Isso, Companheiro?, Se Puder… Dirija e as adaptações cinematográficas de Os Normais.

Na televisão, integrou produções emblemáticas como TV Pirata, Cambalacho e Fantástico, alcançando grande popularidade ao protagonizar a série Os Normais, ao lado de Fernanda Torres, um marco da comédia brasileira.

Mesmo com forte presença na TV e no cinema, nunca se afastou do teatro, onde mantém atuação constante. Em 2025, ano em que celebra 50 anos de carreira, vive um momento de intensa atividade artística. Participou do especial Falas da Vida, da TV Globo, ao lado de Susana Vieira, abordando com humor e sensibilidade temas ligados ao envelhecimento. No cinema, estrelou o longa Quem é Morto Sempre Aparece, interpretando um milionário solitário envolvido em situações inusitadas mesmo após a morte. Atualmente, está em cartaz com a comédia Curto-Circuito, reafirmando sua relevância e capacidade de reinvenção no cenário cultural brasileiro. Em janeiro de 2026, estreia Baixa Sociedade, peça de Juca de Oliveira dirigida por Pedro Neschling.

BRUNO GISSONI | Otavinho

Bruno Gissoni iniciou na carreira artística por incentivo de seu irmão Rodrigo Simas, que o convidou para atuar em uma montagem teatral do clássico de Jorge Amado, Capitães da Areia. Gissoni, que até então apostava no futuro como jogador de futebol e cursava faculdade de publicidade, decidiu deixar a introspecção de lado para se dedicar à dramaturgia. Emendou o espetáculo de estreia com um papel em Os Melhores Anos de Nossas Vidas, sob a direção de Bia Oliveira, sobrinha do consagrado autor e diretor teatral Domingos de Oliveira.

Em 2012, produziu Romeu na Roda, uma adaptação teatral do clássico de Shakespeareque fala sobre o amor proibido entre integrantes de rodas de capoeira rivais do Rio antigo. Ainda no teatro, integrou a nova trupe dos Dzi Coquettes, A história dos amantes e Ponto a ponto, e se prepara para estrear em Baixa Sociedade, peça de Juca de Oliveira dirigida por Pedro Neschling. 

Integrou escola de atores da Record, sendo orientado por Roberto Bomtempo. A primeira oportunidade na televisão, no entanto, foi na Globo, como protagonista da 18ª temporada de Malhação, em 2010. Dois anos depois, estreava no horário nobre da emissora, na novela Avenida Brasil, de João Emanuel Carneiro. Integrou, na sequência, os elencos das novelas Flor do Caribe, Em família, Babilônia e Orgulho e Paixão, além do programa Os Trapalhões.

Para o cinema, rodou, entre 2014 e 2016, três longas-metragens: Até Que a Sorte nos Separe 3, Turbulência e Ela é o Cara. Em breve, estreia os filmes Reação em Cadeia, de Marcio Garcia, e O Silêncio da Chuva, de Daniel Filho, além de estrear como roteirista e diretor no curta-metragem Entre, seu primeiro trabalho por trás das câmeras.

BRUNA TRINDADE | Ritinha

Bruna Trindade é atriz, comediante, diretora, roteirista e preparadora de elenco. É sócia da Ritornelo, núcleo de criação e pesquisa em cinema e dramaturgia, onde desenvolve projetos autorais que transitam entre a comédia, o drama e o fantástico.

Entre seus principais trabalhos autorais está a série de dramédia sombria Teia, cocriada com Alice Name Bomtempo e Vitã e produzida pela Urca Filmes. O projeto participou de diversos laboratórios e venceu prêmios como o Cabíria. Sua adaptação para longa-metragem, Telaraña, foi selecionada para o Festival Varilux e para o Cine Qua Non Lab.

Como roteirista, escreveu Cosme e Damião (Porta dos Fundos / Globoplay), No Corre (Formata / Multishow) e A Magia de Aruna (Formata / Disney+), vencedora do Prêmio ABRA de Melhor Série Infantojuvenil, além dos programas Falas: do Humor e Volte Sempre (TV Globo). No cinema, é roteirista do longa de comédia Augusto, Augusto!, uma coprodução Irlanda-Portugal.

Formada em Atuação Cênica pela Unirio, atuou em espetáculos como O Insaciável Zé Carioca e O Desbunde, e em 2019 estreou seu primeiro monólogo, A Mulher que Virou Planta, no Rampa – Lugar de Criação, com o qual participou do Festival Corpos Críticos. Foi finalista do Futuro Ex-Porta (Porta dos Fundos), protagonista da websérie Bulbassaura Maravilha (Canal Nimbus) e atuou em séries como Sob Pressão (Globoplay), Destino: RJ (HBO) e Eleita (Amazon).

Diretora do curta-metragem Santo Antônio, finalista do Sesc Argumenta e contemplado na RioFilme, com filmagem prevista para 2026. Também assinou a direção e a redação final da série Terapia em Família (CineBrasilTV) e atuou como roteirista, preparadora de elenco e diretora assistente da série musical Trago a Pessoa Amada (Orla Filmes / Prime Box Brasil).

ISABELLA SANTONI | Ana Maria

Um dos nomes mais expressivos da Geração Z, Isabella Santoni soma 11 anos de carreira e construiu um percurso marcado pela versatilidade. A notoriedade chegou com a lutadora Karina em Malhação, interpretação que conquistou uma legião de fãs, prêmios como Melhores do Ano e Troféu Imprensa, e impulsionou sua presença na teledramaturgia. Tão logo, passou a emendar papéis de destaque em novelas da Globo, entre elas A Lei do Amor, como Letícia, e Orgulho e Paixão, no papel de Charlotte Williamson. No cinema viveu a protagonista de Missão Cupido, e no campo do streaming, expandiu seu alcance ao participar de projetos como a série vencedora do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, Dom, em que deu vida à explosiva e ambiciosa Viviane. Paralelamente, levou sua potência artística aos palcos ao estrelar o espetáculo O Cravo e a Rosa. Em movimento de renovação criativa, Isabella desenvolve projetos que ampliam suas possibilidades de expressão, entre eles, o curta-metragem Concertamos Tudo que revela um olhar autoral em pleno amadurecimento e tem o título grafado de maneira incorreta, propositalmente, como provocação ao espectador que acompanha a história de um menino em busca de “consertar” a si mesmo.

DestaquesTeatro

MANHÊ! Provocador, espetáculo diverte e questiona

Matéria: Divulgação
Foto: Kim Leekyung

 

MANHÊ! é um espetáculo provocador e divertido que propõe uma conversa urgente e necessária sobre os papéis sociais atribuídos às mulheres, suas escolhas (ou a falta delas) e as pressões que recaem sobre o feminino em nossa sociedade.

A comédia realista sobre fraldas, caos e amor incondicional foi escrita por Andréa Batitucci, roteirista das séries “Minha Mãe é uma Peça”, Além da ilha”, “Vai que cola”, e do filme roteirista do filme “Minha melhor amiga”, com Ingrid Guimarães e Mônica Martelli, entre outros textos para teatro e cinema.

Inédito, o roteiro foi baseado em esquete original de Wanessa Morgado, que estrela o monólogo. A direção é de Rafael Primot, com assistência de Rodrigo Frampton.

MANHÊ! conduz a plateia para uma incursão ao maravilhoso, misterioso, paradoxal e assustador mundo da “maternagem” – esse termo cunhado com precisão para deixar, na maioria das vezes, exclusivamente a cargo da mãe os cuidados e as responsabilidade sobre a criança.

Com muito humor e um formato que mistura monólogo teatral com pequenos esquetes cômicas, Mulher e Mãe vão contando – e revivendo – suas experiências desde a primeira gravidez até a vida adulta dos filhos, passando pelo momento do parto, amamentação, desfralde, desmame, introdução alimentar, vida social, vida sexual, crise no casamento, separação, babás, guarda compartilhada, madrastas e padrastos, além dos novos e intermináveis eventos familiares.

 

Serviço

MANHÊ!

Texto: Andrea Batitucci

Direção: Rafael Primot

Assistência de direção: Rodrigo Frampton

Elenco: Wanessa Morgado

Duração: 60minutos

Gênero: Comédia

Classificação etária: 12 anos

Temporada: de 6 a 27 de fevereiro, sextas-feiras, às 20h30.

Ingressos: entre R$ 30 | R$ 80

Vendas online: https://bileto.sympla.com.br

Horário de funcionamento da bilheteria:

Abre duas horas antes de cada sessão

Teatro Multiplan MorumbiShopping 

Avenida Roque Petroni Júnior, 1089

Piso G2 do MorumbiShopping 

250 lugares

Com acessibilidade

 

Ficha Técnica:

Atriz: Wanessa Morgado

Direção: Rafael Primot

Assistência de direção e produção: Rodrigo Frampton

Texto: Andrea Batitucci

Luz: Denilson Marques

Cenário e Figurinos: Rafael Primot

Trilha sonora: Vinicius Bini

Roupas: AMP A Mulher do Padre

Arte gráfica e designer: Haroldo Miklos

Fotos: Kim Leekyung

Assistência e colaboração geral: Bellatrix Serra

Produção: Madaitb Produções Artísticas e Enkapothado Artes

 

Sobre Wanessa Morgado

Atriz formada em 2002 pela Escola de Teatro Macunaíma, com curso superior em Artes Cênicas na Faculdade Paulista de Artes. Estudou por dois anos com o Grupo TAPA de teatro, entre outros cursos de especialização em interpretação, como o Studio Fátima Toledo. Participou de diversos projetos na TV, teatro, publicidade, além de eventos como mestre de cerimônias. Integrou o projeto República do Stand-up, no canal Comedy Central Trabalha como mestre de cerimônias desde 2003 e como locutora profissional desde 2008, realizando trabalhos para empresas multinacionais, nacionais e regionais. Atualmente encabeça seu solo MANHÊ! que fala sobre maternidade de forma real, as dores e delícias, as questões enfrentadas com o parceiro(a) ou sozinha.

Sobre Andrea Batitucci

Roteirista e coordenadora de roteiro da série Minha Mãe é uma Peça (Globoplay). Ela também foi escritora e redatora final das séries Além da Ilha (Globo), A Vila (Multishow) e Vai Que Cola (Multishow).

No cinema, Andrea foi colaboradora de roteiro nos filmes Minha Vida em Marte e Minha Mãe É Uma Peça 3, ambos dirigidos por Susana Garcia. No teatro, ela é autora de várias peças, sendo indicada a diversos prêmios.

A autora foi escritora sênior da série Nada Suspeitos, criada por Leandro Soares para a Netflix, e estava escrevendo um longa-metragem para o ator Paulo Gustavo e tem desenvolvido dois longas-metragens, ainda inéditos para Netflix entre outros.

Sobre Rafael Primot

Ator, diretor e roteirista, com uma carreira consolidada no teatro, cinema e televisão. No audiovisual, se destacou como roteirista da série “5x Comédia” da Amazon Prime, co-roteirista e colaborador de “O Pai Ó” (série e filme 2), além de roteirista e showrunner de “Chuva Negra” da Globoplay/Canal Brasil, onde também atua e dirige. Sua trajetória é marcada por uma abordagem autoral e inovadora, sempre buscando contar histórias que desafiem e emocionem o público. No teatro, esteve à frente de produções como “Inverno da Luz Vermelha” e “Baby, Você Precisa Saber de Mim”, “Os Guardas do Taj”, “Quase Normal” demonstrando sua versatilidade e talento como produtor e diretor, além de intérprete.

 

 

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