terça-feira, 20 janeiro, 2026

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DestaquesTeatro

MATILDE, uma comédia dedicada a Paulo Gustavo, com Malu Valle e Ivan Mendes

Matéria: Divulgação
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Malu Valle e Ivan Mendes estão fazendo história com MATILDE”, em turnê pelo Centro Cultural Banco do Brasil. O espetáculo esgotou em todas as apresentações da turnê. Com texto de Julia Spadaccini e direção de Gilberto Gawronski, a peça estreou no CCBB Rio de Janeiro, e seguiu para os CCBBs de Belo Horizonte, Brasília e Salvador. A próxima – e última parada da turnê – é em São Paulo: o espetáculo fará temporada entre 4 de dezembro de 2025 e 25 de janeiro de 2026 (com pausa entre 22 de dezembro e 7 de janeiro) no CCBB São Paulo.

Uma história que começou há 20 anos, quando Paulo Gustavo, na época estudante de Artes Cênicas da CAL (Casa das Artes de Laranjeiras), convidou Malu Valle para dirigir o espetáculo “INFRATURAS” (2005), um compilado de esquetes cômicas que marcou o início da carreira dele e de seu colega de cena Fábio Porchat, ganha em 2025 um novo e especial desfecho. O projeto que impulsionou a carreira de Paulo, consolidando uma amizade profunda entre ele e Malu, em 2015 ganhou novas proporções com a ideia do espetáculo “MATILDE”, quando o ator quis inverter os papeis e convidou Malu para estar em cena, sob sua direção. Agora, a peça celebra os 35 anos de carreira de Malu Valle e é dedicada ao revolucionário Paulo Gustavo

“MATILDE” apresenta a história de uma mulher de 60 anos (Malu Valle), aposentada, que vê sua rotina pacata em Copacabana ser transformada ao alugar um quarto para Jonas (Ivan Mendes), um ator de 36 anos em busca de sua grande oportunidade. Com humor e sensibilidade, o texto de Julia Spadaccini aborda temas como envelhecimento, solidão, relações intergeracionais e os desafios da sociedade patriarcal. O espetáculo, dirigido por Gilberto Gawronski, investe na comédia para explorar os medos e anseios de Matilde e Jonas, personagens que se provocam, se desafiam e se transformam ao longo da narrativa, em reflexões sobre a discriminação etária e os estigmas sociais impostos às mulheres mais velhas, questionando tabus sobre sexualidade e identidade na terceira idade. 

Um dos maiores artistas do Brasil, Paulo Gustavo, além de lotar os teatros por onde passava, enaltecia o espaço como poderosa arma de reflexão, que admite as contradições culturais e transpõe barreiras irreversíveis. Afinal, a crítica nasce quando a arte espelha a sociedade e faz valer seu poder de comunicação ao incorporar em uma mesma obra a multiplicidade de elementos que enriquecem o debate coletivo. “MATILDE” trata de temas de relevância mundial, repensando grandes certezas e questionando estereótipos como um caminho para uma sociedade mais positiva e menos discriminatória. Tudo com muita leveza que tem feito o público sair do teatro com desejo de voltar!

Durante a temporada, algumas sessões contarão com recursos de acessibilidade. Nos dias 20 de dezembro e 17 de janeiro, haverá tradução em Libras; dia 10 de janeiro, a apresentação contará com audiodescrição. Haverá, ainda, um bate-papo após a sessão do dia 13 de dezembro.

Como parte da programação paralela da temporada, o CCBB SP recebe, no dia 09 de janeiro, às 15h, a Oficina “A necessidade de produzir arte”, conduzida por Caio Bucker e Ivan Mendes, A oficina tem duração de duas horas e seu objetivo é levar o ensino da arte, incentivar a produção de conteúdos e transformar espectadores em pensadores construtivos do entretenimento. Serão tratados temas como empreendedorismo cultural, etapas de elaboração de projetos, uso das Leis de Incentivo, patrocínios e financiamento coletivo, além de questões ligadas ao marketing e à dramaturgia. As vagas serão preenchidas no dia, com retirada de ingressos com uma hora de antecedência na bilheteria ou no site do CCBB SP. 

A turnê “MATILDE” é apresentada pelo Ministério da Cultura e pelo Banco do Brasil, com realização do Centro Cultural Banco do Brasil e produção da Bucker Produções Artísticas. 


FICHA TÉCNICA
Direção de Movimento: Marcia Rubin
Cenário: Nello Marrese
Figurino: Carla Garan
Iluminação: Ana Luzia Molinari de Simoni
Direção Musical e Trilha Sonora: Cláudia Elizeu
Design Gráfico: Bady Cartier
Visagismo: Marcos Freire

Fotos de Divulgação: Daniel Chiacos
Camareira: Giulia Gomes
Cenotécnico: André Salles
Assistente de Cenografia: Avner Proba

Adereços da Maquete: Márcia Marques
Montagem de cenário: Leandro Brander

Montagem de luz: Thayssa Carvalho

Direção de Produção: Caio Bucker
Coordenação do Projeto: Renato Rangel
Produção Executiva SP: Gerardo Franco
Produtor Associado: Fábio Gonçalves
Assistência de Produção: Aline Monteiro
Assistência de Direção: Valeria Campos

Pesquisa Dramatúrgica: Márcia Brasil

Operação de Som: Aline Monteiro

Operação de Luz: Paty Emiko

Coordenação de Mídia: Rodrigo Medeiros | R+ Marketing

Criação de conteúdo audiovisual: Gustavo Trindade

Assessoria de Imprensa: Pombo Correio

Assessoria Jurídica: Renan Nazário

Contadores: Cissa Freitas e Francisco Junior

Idealização: Malu Valle

Produção: Bucker Produções Artísticas

Serviço
Matilde

Temporada: 

de 04 a 21 de dezembro de 2025

de 08 a 25 de janeiro de 2026

Horário: Quintas e sextas às 19h e sábados e domingos às 17h

Local: Centro Cultural Banco do Brasil – São Paulo

Endereço: Rua Álvares Penteado, 112 – Centro Histórico – SP

Classificação indicativa: 14 anos

Duração: 80 minutos

Ingressos: R$30 (inteira) e R$15 (meia-entrada), disponíveis no site bb.com.br/cultura e

na bilheteria do CCBB São Paulo. Os ingressos são liberados na sexta-feira da semana

Teatro

CORTE FATAL continua em cartaz no Teatro UOL misturando humor e mistério em comédia policial

Matéria: Divulgação
Fotos: Paula Tonelotto

Está em cartaz em São Paulo, até 02 de novembro, no Teatro Uol, o espetáculo Corte Fatal, versão brasileira da consagrada comédia policial Shear Madness, de Paul Pörter. Certificada pelo Guinness World Records como a peça não musical há mais tempo em cartaz no mesmo teatro, a peça soma mais de 40 anos de sucesso mundial. A montagem brasileira, sob a direção e adaptação de Pedro Neschling, é renovada, contemporânea e eletrizante, apresentando uma estrutura ágil, atual e interativa. Nela, o público decide o final da trama. No elenco, estão Carmo Dalla Vecchia, Douglas Silva, Fernando Caruso, Hylka Maria, Paulo Mathias Jr e Fafy Siqueira.

A história se desenrola em um excêntrico salão de beleza em Santa Cecília. Uma trama que começa com risos termina em assassinato de uma famosa cantora reclusa. O crime acontece a poucos metros dos clientes e funcionários do salão, todos com motivos ocultos e atitudes suspeitas. 

Ao longo da peça, pistas vão sendo apresentadas e o público é convidado a participar da investigação, escolhendo coletivamente quem acredita ser o culpado. Essa interação acontece em momentos específicos e é conduzida pelos próprios atores, dentro da lógica cênica, garantindo que ninguém seja exposto individualmente. O resultado é um desfecho diferente a cada sessão, sempre fruto das decisões da plateia, em uma dinâmica leve e divertida.

“Corre Fatal tem humor afiado e situações hilárias.  A peça quebra a quarta parede, transformando os espectadores no sétimo personagem. É uma mistura de comédia, investigação e  interatividade que nunca vi igual. O público se envolve, se diverte e se empolga tanto que parece uma espécie de teatro infantil para adultos”, conta Pedro Neschling, diretor da montagem.

Ficha Técnica

Autor: Paul Pörter
Direção e Adaptação: Pedro Neschling
Tradução: Gustavo Klein
Atores: Carmo Dalla Vecchia, Douglas Silva, Fernando Caruso, Hylka Maria e Paulo Mathias Jr
Atriz convidada: Fafy Siqueira
Figurinista: Antonio Medeiros
Cenógrafo: Gustavo Paso
Iluminação: Adriana Ortiz
Direção de movimento: Toni Rodrigues.
Trilha original: Rodrigo Marçal e Rafael Papel
Produção geral: Sandro Chaim e Miçairi Guimarães
Fotos: Leonardo Aversa
Visagismo: Diego Nardes
Comunicação e Marketing: Lucas Sancho
Assessoria de imprensa: Pevi 56 – Angelina Colicchio e Diogo Locci
Financeiro – Vianapole
Realização: Magic Group

Serviço

Corte Fatal
Local: Teatro UOL (Av. Higienópolis, 618 – Consolação)
Temporada: Até 02 de novembro de 2025. Sextas-feiras, sábados e domingos, às 20h.
Ingressos: Entre R$24 e R$150. À venda pelo site do Teatro Uol
Capacidade: 300 lugares
Classificação: 14 anos
Duração: 75 minutos
Assessoria de Imprensa – Pevi 56
Angelina Colicchio – (11) 99299-2877
Diogo Locci – (11) 99906-0642
angelina@pevi56.com  | diogo@pevi56.com

Teatro

Cia. Olhares Molhados estreia BICHAS DO BRASIL no Teatro Alfredo Mesquita dia 9 de outubro

Matéria: Divulgação
Foto: Arô Ribeiro

 

A Cia. Olhares Molhados resgata e presta uma homenagem bem debochada à trajetória da comunidade gay brasileira no espetáculo Bichas do Brasil, que tem sua temporada de estreia no Teatro Alfredo Mesquita, de 9  a 19 de outubro, com apresentações gratuitas de quinta a sábado, às 20h, e aos domingos, às 19h.

A criação é colaborativa com consultoria dramatúrgica de Sérgio Roveri e texto final e direção de Lufe Steffen, e é o trabalho inaugural do grupo, contemplado com o Edital Fomento CultSP PNAB nº22/2024 – Produção e Temporada de Espetáculo Inédito, explorando a linguagem cheia de brilho e alegria do Teatro de Revista e do cabaré, com direito a esquetes, dublagens, canto, dança, história e crítica, típicas dessa estética. O elenco traz Carlos Jordão, Cícero Andrade, Cleber D’Nuncio, Cleber Tolini, Jhe Oliveira, Will Nygma, além do próprio diretor.

A montagem nasceu da pesquisa que Lufe Steffen desenvolve há 30 anos sobre diversos temas relacionados à comunidade LGBTQIAPN+. Desde 1995, ele já dirigiu 10 curtas-metragens oficiais, 10 não-oficiais, 4 longas-metragens (3 documentais, 1 ficcional), 2 séries (uma para TV, outra uma websérie), publicou 2 livros, apresentou e dirigiu dezenas de vídeos para internet, dirigiu e atuou em espetáculos teatrais sobre esse universo – sem falar no seu trabalho de jornalista, escrevendo durante anos para sites como Mix Brasil e A Capa. 

Essa veia jornalística e de pesquisa histórica é o que o levou a resgatar a memória, a história e a trajetória das bichas brasileiras. A fagulha surgiu na peça “As Drags Devem Estar Loucas”, que Lufe dirigiu em 2019. 

Dessa forma, Bichas do Brasil revisita a história dos gays brasileiros desde 1500, quando os portugueses chegaram ao país, numa linha do tempo cronológica que presta uma homenagem às principais figuras da comunidade gay que foram divisoras de águas na arte, na cultura, na sociedade, na política e na vida brasileira nos últimos 500 anos.

E para contar todas essas histórias em uma dramaturgia não-tradicional, o espetáculo abusa de um tom irreverente, muitas vezes debochado, crítico ou ácido, como é de praxe no Teatro de Revista, além de outras inspirações, entre elas o já clássico Teatro Besteirol. E viva a Bicha Louca Brasileira!

 

Ficha Técnica

Direção: Lufe Steffen – @lufelufistico
Assistente de Direção: Maria Dressler – @caru_mcdressler 
Consultoria Dramatúrgica/Provocador: Sérgio Roveri – @sroveri 

Elenco: 
Carlos Jordão – @cluxooo
Cícero Andrade – @ciceroandrade
Cleber D’Nuncio – @cleberdnuncio
Cleber Tolini – @clebertolini
Jhe Oliveira – @jhe_oliveira25
Lufe Steffen – @lufelufistico
Will Nygma – @willnygma
Figurinos e adereços: Clau Carmo – @claupcarmo 
Direção/Produção Musical: Sérvulo Augusto – @servulloaugusto 
Visagismo/Maquiadora: Maria Antonia Porto – @aguriadamake 
Iluminador: Fellipe Oliveira – @pipeoliveira 
Coreografias: Juliana Sanches – @julianasanches.insta 
Preparação Vocal: Henrique de Paula – @henrique7paula
Técnico de Luz: Felipe Tchaca – @felipetchaca
Técnica de som: Lana Scott – @sambadeapartamento 
Designer Gráfico: Osvaldo Piva – @osvaldo.piva 
Assistente de Produção: Américo Correia – @americoluam 
Social Media – Rafael Teixeira – @rmtex 
Fotografia: Arô Ribeiro – @aro_ribeiroo 
Filmagem: Gee Galvão – @geegalvao
Assessoria de imprensa:  Pombo Correio Comunicação – @instadapombo

Sinopse

Bichas do Brasil revisita a história dos gays brasileiros desde 1500 até os dias atuais, e presta uma homenagem às principais figuras da comunidade gay que foram divisoras de águas na arte, na cultura, na sociedade, na política e na vida brasileira, partindo também de nossas memórias e vivências pessoais. BICHAS DO BRASIL é isso: uma revista irreverente e debochada, composta por esquetes, dublagens, canto e dança, história, crítica, tudo com muito orgulho. E viva a Bicha Louca Brasileira!

Homenagem à trajetória da bicha brasileira, revisitando a história dos gays brasileiros juntamente à nossa memória pessoal. BICHAS DO BRASIL é isso: uma revista irreverente e debochada, composta por esquetes, dublagens, canto e dança, história, crítica, tudo com muito orgulho. E viva a Bicha Louca Brasileira!

Serviço

Bichas do Brasil, com Cia. Olhares Molhados

Temporada: 9 a 19 de outubro de 2025*

De quinta a sábado, às 20h, e domingos, às 19h

*No dia 8 de outubro haverá um ensaio aberto, às 20h
Teatro Alfredo Mesquita – Av. Santos Dumont, 1770 – Santana, São Paulo

Ingressos: Grátis, com distribuição 1h antes de cada sessão

Duração: 105 minutos 

Classificação: 16 anos

Capacidade: 198 lugares

Acessibilidade: teatro acessível a cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida

 

Teatro

CÁ ENTRE NÓS Sucesso, comédia estende a temporada até 15 de novembro, no Teatro União Cultural

Matéria: Divulgação
Foto: Erik Almeida

O que uma amizade de mais de 30 anos pode guardar? Boas memórias? Momentos divertidos? Segredos? Ou fantasmas que varremos para debaixo do tapete do tempo?

Em CÁ ENTRE NÓS, estrelado por Suzy Rêgo, Cristiana Oliveira e Eduardo Martini, que também assina a direção, um grupo de amigos recebe a notícia de que Lola, aquela do grupo que fazia a faxina e se livrava dos fantasmas, deixa este plano. Os 3 amigos restantes decidem se encontrar e, sem saber, caem numa última armadilha deixada por Lola para que enfrentem esses fantasmas e reencontrem uma amizade que estava varrida debaixo de um tapete repleto de histórias.

Indicado para Melhor Comédia pelo Blog do Arcanjo, o espetáculo utiliza do humor e de referências sociais pungentes, como crises de idade, cobranças, a pressão estética, masculina e enraizada em adultos, para encontrar no diálogo e no amor o caminho da cura.

Serviço

Cá Entre Nós
Texto: Raphael Gama
Direção: Eduardo Martini
Elenco: Suzy Rêgo, Cristiana Oliveira e Eduardo Martini
Trilha sonora: Jonatan Harold
Luz: Cesar Pivetti
Ambientação cênica e figurino: Eduardo Martini
Gênero: Comédia
Duração: 60 minutos
Recomendação: 12 anos
Temporada: de 22 de agosto a 15 de novembro
Sextas às 21h, sábados, às 20h, domingos, às 19h.
Ingressos: R$ 100 inteira | R$ 50 meia
Bilheteria: abre 1h30 antes do espetáculo
Ingressos online: https://bileto.sympla.com.br
Teatro União Cultural – 269 lugares
Rua Mario Amaral, 209 – Paraiso
Estação Metrô Brigadeiro
Tel: (11) 3885-2242

DestaquesTeatro

DONA LOLA – últimas apresentações no Teatro Renaissance

Matéria: Divulgação
Foto: Caio Gallucci

 

Depois de uma temporada com sessões esgotadas no Teatro Faap, Dona Lola, a segunda comédia solo de Marcelo Médici, dirigida por Ricardo Rathsam, desembarca no Teatro Renaissance para novas apresentações de 11 de outubro a 14 de dezembro, com sessões aos sábados, às 21h30, e aos domingos, às 19h30.

Dono do estrondoso sucesso Cada um com Seus Pobrema, que esteve em cartaz por 20 anos e tornou-se um marco do humor no teatro brasileiro, Médici homenageia em seu novo trabalho mulheres que foram fundamentais ao longo de seus 35 anos de carreira artística e de sua trajetória pessoal. 

Na trama, Lola é uma dona de casa que tem sua vida transformada ao se tornar um fenômeno das  redes sociais com os vídeos postados pela sua neta. Após o inesperado sucesso, ela, fortemente  incentivada por suas amigas mais próximas, decide se apresentar no teatro mesmo não sendo atriz, não tendo um espetáculo e muito menos sabendo o que dizer. 

Claro que as presenças mais aguardadas na plateia são as das amigas que a convenceram a se apresentar, mas, por motivos distintos, elas não comparecem à apresentação, o que resulta na ira de Dona  Lola, que acaba expondo a vida de suas amigas e, de certa forma, dizendo muito sobre si mesma.A montagem conta com participações luxuosas em off de Tony Ramos e Antonio Fagundes, fazendo as vozes das amigas Marli e Olga. 

O texto é ficcional, mas contém histórias reais e lembranças de muitas pessoas com quem Médici conviveu durante sua vida, além de situações e relatos absurdos e hilários. Trata-se de uma comédia sobre amizade, etarismo, família e perdão, que pode ser libertador, sobretudo quando vem depois de uma deliciosa vingança. 

Marcelo Médici abre um novo capítulo em sua trajetória com Dona Lola. Mais do que um espetáculo, é uma celebração da maturidade artística, do humor afiado e da capacidade de se reinventar sem perder a conexão  com o público. A parceria com Ricardo Rathsam, iniciada lá atrás com o solo de estreia, mostra-se mais uma  vez afiada, atual e irresistivelmente divertida.

Sobre Marcelo Médici

Ator, autor e diretor formado pelo Teatro Escola Célia Helena e pelo CPT (Centro de Pesquisas Teatrais), Marcelo Médici trabalhou com importantes nomes do teatro, como Bibi Ferreira, Marília Pêra, Antunes Filho e Gerald Thomas. Dentre seus trabalhos no palco, destacam-se premiadas comédias como o enorme sucesso  Cada Um Com Seus Pobrema, de sua autoria, além de grandes musicais como Se Meu Apartamento Falasse, Rocky Horror Show, Sweet Charity e Wicked. 

Na televisão, esteve em várias novelas na Rede Globo, como Belíssima, Passione, Joia Rara, Alto Astral e, mais recentemente, Família É Tudo. Atuou também em séries como O Canto da Sereia e Nada Suspeitos, na Netflix. No cinema, ainda está em Getúlio, com Tony Ramos, e Pai em Dobro, entre outros. 

Como humorista, fez parte do primeiro elenco do espetáculo Terça Insana, no qual criou mais de 15 personagens. Participou de programas como A Praça É Nossa e Junto e Misturado, e está no ar há mais de uma década no Vai Que Cola, com seu personagem Sanderson, que, no começo de sua carreira, lhe rendeu  o Prêmio Multishow do Bom Humor. 

Sobre Ricardo Rathsam

Ricardo Rathsam assina a direção de Dona Lola, repetindo a parceria de sucesso com Médici de mais de 20  anos, desde 2001. Este já é o sexto trabalho em teatro que realizam juntos. 

Rathsam o dirigiu o primeiro solo do ator, o fenômeno Cada Um Com Seus Pobrema, vencedor de diversos prêmios e visto por milhares de pessoas ao longo das duas décadas nas quais permaneceu em cartaz. Enquanto isso, ambos dividem o palco em outras comédias de sucesso como Eu Era Tudo pra Ela e Ela Me Deixou, de Emílio Boechat, e Teatro Para Quem Não Gosta, de autoria da dupla e ganhadora do Prêmio do Humor de Melhor Comédia de 2018. 

Ficha Técnica 

Direção: Ricardo Rathsam 

Texto e Trilha Sonora: Marcelo Médici e Ricardo Rathsam  

Direção de Produção: Thati Manzan  

Direção de Arte: Mira Haar  

Design de Luz e Operação: Ricardo Silva  

Direção de Movimento: Kátia Barros  

Design de Some Operação: André Omote  

Diretor de Palco: Paulo Travassos  

Design Gráfico: Marcio Villar  

Foto do cartaz: Jairo Goldflus  

Visagismo: Marcos Padilha  

Peruca: Emi Sato  

Assistente de direção de arte: Yumi Ogino  

Costureira: Judite de Lima  

Voz off personagem Olga: Antonio Fagundes  

Voz off personagem Marli: Tony Ramos

Sinopse

Dona Lola é uma dona de casa que tem sua vida transformada ao se tornar um fenômeno das  redes sociais com os vídeos postados pela sua neta. Após o inesperado sucesso, ela, incentivada por suas amigas mais próximas, decide se apresentar no teatro mesmo não sendo atriz, não tendo um espetáculo e muito menos sabendo o que dizer. Claro que as presenças mais aguardadas na plateia são as das amigas, mas, por motivos distintos, elas não comparecem à apresentação, o que resulta na ira de Dona  Lola, que acaba expondo a vida de suas amigas e, de certa forma, dizendo muito sobre si mesma

Serviço

Dona Lola, com Marcelo Médici

Temporada: 11 de outubro a 14 de dezembro de 2025

Aos sábados, às 21h30, e aos domingos, às 19h30

Teatro Renaissance – Alameda Santos, 2233, Cerqueira César, São Paulo

Ingressos:  R$140 (inteira) e R$70 (meia-entrada)

Vendas online em https://teatrorenaissance.com.br/

Venda presencial de sexta a domingo, das 14h até o início do espetáculo.

Bilheteria: (11) 3069-2286

Duração: 80 minutos 

Classificação: 12 anos 

Capacidade: 432 lugares 

Acessibilidade: Teatro acessível a cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida 

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