quarta-feira, 11 março, 2026

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DestaquesTeatro

Luiz Fernando Guimarães estrela a comédia BAIXA SOCIEDADE em São Paulo

Matéria: Divulgação
Foto: Leo Aversa

Estrelada por Luiz Fernando Guimarães e com Bruno Gissoni, Bruna Trindade e Isabella Santoni no elenco, a peça Baixa Sociedade estreia no dia 10 de janeiro no Teatro Renaissance, em São Paulo, com sessões sextas, às 19h30, sábados, às 19h, e domingos, às 17h. Escrita por Juca de Oliveira e adaptada e dirigida por Pedro Neschling, a comédia constrói um retrato divertido e incômodo do brasileiro contemporâneo sobre o sonho e o descompasso de subir na vida a qualquer custo.

Baixa Sociedade é uma peça que já fez muito sucesso, foi montada pelo Luiz Gustavo, foi montada pelo Osmar Prado, fez sucesso em outros países da América Latina. E você ter agora o Luiz Fernando Guimarães, que está comemorando 50 anos de carreira, tem uma expectativa grande, mas ao mesmo tempo está sendo um imenso prazer conduzir esse processo com esse elenco tão talentoso, que apesar de serem jovens talentos, ao mesmo tempo são superexperientes, porque já fizeram muitos trabalhos”, comenta o diretor.

Ambientada no apartamento que divide com o filho, a trama acompanha Otávio (Luiz Fernando Guimarães), um homem criativo e disposto a (quase) tudo para mudar de vida – mentir, trapacear, inventar –, apresentando ao filho, Otavinho (Bruno Gissoni), uma série de projetos visando ascender socialmente. Enquanto isso, Ritinha (Bruna Trindade) sonha em casar com Otavinho (Bruno Gissoni), mas tudo pode mudar quando Ana Maria (Isabella Santoni), uma ex-namorada, reaparece, abalando as estruturas da família.

Com humor afiado e situações cômicas, “Baixa Sociedade” é um retrato divertido do “jeitinho brasileiro”, explorando os limites da ética em nome da ambição.

SERVIÇO

Estreia: 10 de janeiro de 2026
Temporada: De 10 de janeiro a 29 de março de 2026
Sessões: Sextas, às 19h30; sábados, às 19h; e domingos, às 17h
Local: Teatro Renaissance (Alameda Santos, 2233 – Jardim Paulista, São Paulo – SP)
Ingressos: a partir de R$ 75
Vendas pelo Sampa Ingressos ou diretamente na bilheteria do teatro
Duração: 80 minutos
Classificação: 14 anos

ELENCO

Luiz Fernando Guimarães (Otávio)
Bruno Gissoni (Otavinho)
Bruna Trindade (Ritinha)
Isabella Santoni (Ana Maria)

FICHA TÉCNICA

Texto: Juca de Oliveira
Direção: Pedro Neschling
Assistente de Direção: Paulo Mathias
Cenografia: Mira Andrade
Iluminadora: Adriana Ortiz
Figurinos: Antônio Medeiros e Fernanda Albuquerque
Direção Musical: Rodrigo Marçal
SAC: Carinne Namba
Projeto Gráfico: Lucas Sancho
Assessoria de Imprensa: Ligia Lopes
Comunicação e Marketing: Lucas Sancho
Gestão de Performance e Redes Sociais: Nucleus
Assistente Luiz Fernando Guimarães: Alécia Medeiros
Coach de Interpretação Luiz Fernando Guimarães: Amanda Brum
Filmmaker: João Melin
Fotografia: Leo Aversa
Assistente de Fotografia: João Oliveira
Camareiro: Esthevão Laurentino
Beleza: Bianca Guerra
Produção Executiva: Xandy
Produção Geral: Miçairi Guimarães e Sandro Chaim
Realização: Magic Arts

PEDRO NESCHLING | Diretor

Pedro Neschling nasceu no Rio de Janeiro, em 1982. Desde que estreou profissionalmente em 2000, reveza-se entre as funções de ator, diretor, escritor, dramaturgo e roteirista em novelas, seriados, peças de teatro, livros e filmes.

Escreveu os romances “Gigantes” (2015) e “Supernormal” (2018), ambos lançados pelo grupo Companhia das Letras. Atuou com destaque em programas da Globo, como a série “Aline” e novelas como “Da Cor do Pecado”, “Páginas da Vida” e no remake de “Renascer”. Como roteirista de TV, integrou a equipe da novela “Salve-se Quem Puder” da Globo, e do seriado “E aí, comeu?” exibido pelo Multishow.

No cinema, estreou como roteirista do premiado documentário “Timor Lorosae – O massacre que o mundo não viu”. Assinou argumento e roteiro de “Chocante”, produzido por Augusto Casé e Bruno Mazzeo, onde também atuou. Também assinou o roteiro de “Hermanoteu na Terra de Godah”, dirigido por Homero Olivetto. Aparece ainda nos créditos de diversos filmes como ator, incluindo o inédito “90 Decibéis”, de Fellipe Barbosa, produzido pelos Estúdios Globo.

No teatro, atuou em vários espetáculos como “Os Sem Vergonhas”, “Trindade” e outros. Estreou como diretor dividindo com Guilherme Leme o comando da premiada montagem de “A Forma das Coisas” de Neil LaBute. Assinou ainda as montagens de “Estragaram todos os meus sonhos, seus cães miseráveis!” de Daniela Pereira de Carvalho, “Um Número”, protagonizada por Pedro Paulo Rangel, “Alguém Acaba de Morrer Lá Fora”, de Jô Bilac, com Lucélia Santos no elenco, e do supersucesso “Corte Fatal”. Está dirigindo Luiz Fernando Guimarães na comédia “Baixa Sociedade”. Seu primeiro texto como autor, “Apenas Uma Noite”, foi encenado com sucesso no Brasil e ganhou uma montagem portuguesa pelo diretor António Pires. Na encenação do seu segundo texto, “Como Nossos Pais”, também atuou e dirigiu o espetáculo. A peça foi lançada em livro pela Giostri Editora.

LUIZ FERNANDO GUIMARÃES | Otávio

Luiz Fernando Guimarães é um dos principais nomes do humor e da dramaturgia brasileira. Nascido no Rio de Janeiro, iniciou sua carreira em 1974 no grupo teatral Asdrúbal Trouxe o Trombone, referência do teatro de vanguarda e da linguagem cômica inovadora no país.

Desde então, construiu uma trajetória marcada pela experimentação, pelo improviso e por uma presença cênica inconfundível.

No cinema, participou de mais de quinze filmes, entre eles O Que É Isso, Companheiro?, Se Puder… Dirija e as adaptações cinematográficas de Os Normais.

Na televisão, integrou produções emblemáticas como TV Pirata, Cambalacho e Fantástico, alcançando grande popularidade ao protagonizar a série Os Normais, ao lado de Fernanda Torres, um marco da comédia brasileira.

Mesmo com forte presença na TV e no cinema, nunca se afastou do teatro, onde mantém atuação constante. Em 2025, ano em que celebra 50 anos de carreira, vive um momento de intensa atividade artística. Participou do especial Falas da Vida, da TV Globo, ao lado de Susana Vieira, abordando com humor e sensibilidade temas ligados ao envelhecimento. No cinema, estrelou o longa Quem é Morto Sempre Aparece, interpretando um milionário solitário envolvido em situações inusitadas mesmo após a morte. Atualmente, está em cartaz com a comédia Curto-Circuito, reafirmando sua relevância e capacidade de reinvenção no cenário cultural brasileiro. Em janeiro de 2026, estreia Baixa Sociedade, peça de Juca de Oliveira dirigida por Pedro Neschling.

BRUNO GISSONI | Otavinho

Bruno Gissoni iniciou na carreira artística por incentivo de seu irmão Rodrigo Simas, que o convidou para atuar em uma montagem teatral do clássico de Jorge Amado, Capitães da Areia. Gissoni, que até então apostava no futuro como jogador de futebol e cursava faculdade de publicidade, decidiu deixar a introspecção de lado para se dedicar à dramaturgia. Emendou o espetáculo de estreia com um papel em Os Melhores Anos de Nossas Vidas, sob a direção de Bia Oliveira, sobrinha do consagrado autor e diretor teatral Domingos de Oliveira.

Em 2012, produziu Romeu na Roda, uma adaptação teatral do clássico de Shakespeareque fala sobre o amor proibido entre integrantes de rodas de capoeira rivais do Rio antigo. Ainda no teatro, integrou a nova trupe dos Dzi Coquettes, A história dos amantes e Ponto a ponto, e se prepara para estrear em Baixa Sociedade, peça de Juca de Oliveira dirigida por Pedro Neschling. 

Integrou escola de atores da Record, sendo orientado por Roberto Bomtempo. A primeira oportunidade na televisão, no entanto, foi na Globo, como protagonista da 18ª temporada de Malhação, em 2010. Dois anos depois, estreava no horário nobre da emissora, na novela Avenida Brasil, de João Emanuel Carneiro. Integrou, na sequência, os elencos das novelas Flor do Caribe, Em família, Babilônia e Orgulho e Paixão, além do programa Os Trapalhões.

Para o cinema, rodou, entre 2014 e 2016, três longas-metragens: Até Que a Sorte nos Separe 3, Turbulência e Ela é o Cara. Em breve, estreia os filmes Reação em Cadeia, de Marcio Garcia, e O Silêncio da Chuva, de Daniel Filho, além de estrear como roteirista e diretor no curta-metragem Entre, seu primeiro trabalho por trás das câmeras.

BRUNA TRINDADE | Ritinha

Bruna Trindade é atriz, comediante, diretora, roteirista e preparadora de elenco. É sócia da Ritornelo, núcleo de criação e pesquisa em cinema e dramaturgia, onde desenvolve projetos autorais que transitam entre a comédia, o drama e o fantástico.

Entre seus principais trabalhos autorais está a série de dramédia sombria Teia, cocriada com Alice Name Bomtempo e Vitã e produzida pela Urca Filmes. O projeto participou de diversos laboratórios e venceu prêmios como o Cabíria. Sua adaptação para longa-metragem, Telaraña, foi selecionada para o Festival Varilux e para o Cine Qua Non Lab.

Como roteirista, escreveu Cosme e Damião (Porta dos Fundos / Globoplay), No Corre (Formata / Multishow) e A Magia de Aruna (Formata / Disney+), vencedora do Prêmio ABRA de Melhor Série Infantojuvenil, além dos programas Falas: do Humor e Volte Sempre (TV Globo). No cinema, é roteirista do longa de comédia Augusto, Augusto!, uma coprodução Irlanda-Portugal.

Formada em Atuação Cênica pela Unirio, atuou em espetáculos como O Insaciável Zé Carioca e O Desbunde, e em 2019 estreou seu primeiro monólogo, A Mulher que Virou Planta, no Rampa – Lugar de Criação, com o qual participou do Festival Corpos Críticos. Foi finalista do Futuro Ex-Porta (Porta dos Fundos), protagonista da websérie Bulbassaura Maravilha (Canal Nimbus) e atuou em séries como Sob Pressão (Globoplay), Destino: RJ (HBO) e Eleita (Amazon).

Diretora do curta-metragem Santo Antônio, finalista do Sesc Argumenta e contemplado na RioFilme, com filmagem prevista para 2026. Também assinou a direção e a redação final da série Terapia em Família (CineBrasilTV) e atuou como roteirista, preparadora de elenco e diretora assistente da série musical Trago a Pessoa Amada (Orla Filmes / Prime Box Brasil).

ISABELLA SANTONI | Ana Maria

Um dos nomes mais expressivos da Geração Z, Isabella Santoni soma 11 anos de carreira e construiu um percurso marcado pela versatilidade. A notoriedade chegou com a lutadora Karina em Malhação, interpretação que conquistou uma legião de fãs, prêmios como Melhores do Ano e Troféu Imprensa, e impulsionou sua presença na teledramaturgia. Tão logo, passou a emendar papéis de destaque em novelas da Globo, entre elas A Lei do Amor, como Letícia, e Orgulho e Paixão, no papel de Charlotte Williamson. No cinema viveu a protagonista de Missão Cupido, e no campo do streaming, expandiu seu alcance ao participar de projetos como a série vencedora do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, Dom, em que deu vida à explosiva e ambiciosa Viviane. Paralelamente, levou sua potência artística aos palcos ao estrelar o espetáculo O Cravo e a Rosa. Em movimento de renovação criativa, Isabella desenvolve projetos que ampliam suas possibilidades de expressão, entre eles, o curta-metragem Concertamos Tudo que revela um olhar autoral em pleno amadurecimento e tem o título grafado de maneira incorreta, propositalmente, como provocação ao espectador que acompanha a história de um menino em busca de “consertar” a si mesmo.

Teatro

DONA LOLA – últimas apresentações no Teatro Renaissance

Matéria: Divulgação
Foto: Caio Gallucci

 

Depois de uma temporada com sessões esgotadas no Teatro Faap, Dona Lola, a segunda comédia solo de Marcelo Médici, dirigida por Ricardo Rathsam, desembarca no Teatro Renaissance para novas apresentações de 11 de outubro a 14 de dezembro, com sessões aos sábados, às 21h30, e aos domingos, às 19h30.

Dono do estrondoso sucesso Cada um com Seus Pobrema, que esteve em cartaz por 20 anos e tornou-se um marco do humor no teatro brasileiro, Médici homenageia em seu novo trabalho mulheres que foram fundamentais ao longo de seus 35 anos de carreira artística e de sua trajetória pessoal. 

Na trama, Lola é uma dona de casa que tem sua vida transformada ao se tornar um fenômeno das  redes sociais com os vídeos postados pela sua neta. Após o inesperado sucesso, ela, fortemente  incentivada por suas amigas mais próximas, decide se apresentar no teatro mesmo não sendo atriz, não tendo um espetáculo e muito menos sabendo o que dizer. 

Claro que as presenças mais aguardadas na plateia são as das amigas que a convenceram a se apresentar, mas, por motivos distintos, elas não comparecem à apresentação, o que resulta na ira de Dona  Lola, que acaba expondo a vida de suas amigas e, de certa forma, dizendo muito sobre si mesma.A montagem conta com participações luxuosas em off de Tony Ramos e Antonio Fagundes, fazendo as vozes das amigas Marli e Olga. 

O texto é ficcional, mas contém histórias reais e lembranças de muitas pessoas com quem Médici conviveu durante sua vida, além de situações e relatos absurdos e hilários. Trata-se de uma comédia sobre amizade, etarismo, família e perdão, que pode ser libertador, sobretudo quando vem depois de uma deliciosa vingança. 

Marcelo Médici abre um novo capítulo em sua trajetória com Dona Lola. Mais do que um espetáculo, é uma celebração da maturidade artística, do humor afiado e da capacidade de se reinventar sem perder a conexão  com o público. A parceria com Ricardo Rathsam, iniciada lá atrás com o solo de estreia, mostra-se mais uma  vez afiada, atual e irresistivelmente divertida.

Sobre Marcelo Médici

Ator, autor e diretor formado pelo Teatro Escola Célia Helena e pelo CPT (Centro de Pesquisas Teatrais), Marcelo Médici trabalhou com importantes nomes do teatro, como Bibi Ferreira, Marília Pêra, Antunes Filho e Gerald Thomas. Dentre seus trabalhos no palco, destacam-se premiadas comédias como o enorme sucesso  Cada Um Com Seus Pobrema, de sua autoria, além de grandes musicais como Se Meu Apartamento Falasse, Rocky Horror Show, Sweet Charity e Wicked. 

Na televisão, esteve em várias novelas na Rede Globo, como Belíssima, Passione, Joia Rara, Alto Astral e, mais recentemente, Família É Tudo. Atuou também em séries como O Canto da Sereia e Nada Suspeitos, na Netflix. No cinema, ainda está em Getúlio, com Tony Ramos, e Pai em Dobro, entre outros. 

Como humorista, fez parte do primeiro elenco do espetáculo Terça Insana, no qual criou mais de 15 personagens. Participou de programas como A Praça É Nossa e Junto e Misturado, e está no ar há mais de uma década no Vai Que Cola, com seu personagem Sanderson, que, no começo de sua carreira, lhe rendeu  o Prêmio Multishow do Bom Humor. 

Sobre Ricardo Rathsam

Ricardo Rathsam assina a direção de Dona Lola, repetindo a parceria de sucesso com Médici de mais de 20  anos, desde 2001. Este já é o sexto trabalho em teatro que realizam juntos. 

Rathsam o dirigiu o primeiro solo do ator, o fenômeno Cada Um Com Seus Pobrema, vencedor de diversos prêmios e visto por milhares de pessoas ao longo das duas décadas nas quais permaneceu em cartaz. Enquanto isso, ambos dividem o palco em outras comédias de sucesso como Eu Era Tudo pra Ela e Ela Me Deixou, de Emílio Boechat, e Teatro Para Quem Não Gosta, de autoria da dupla e ganhadora do Prêmio do Humor de Melhor Comédia de 2018. 

Ficha Técnica 

Direção: Ricardo Rathsam 

Texto e Trilha Sonora: Marcelo Médici e Ricardo Rathsam  

Direção de Produção: Thati Manzan  

Direção de Arte: Mira Haar  

Design de Luz e Operação: Ricardo Silva  

Direção de Movimento: Kátia Barros  

Design de Some Operação: André Omote  

Diretor de Palco: Paulo Travassos  

Design Gráfico: Marcio Villar  

Foto do cartaz: Jairo Goldflus  

Visagismo: Marcos Padilha  

Peruca: Emi Sato  

Assistente de direção de arte: Yumi Ogino  

Costureira: Judite de Lima  

Voz off personagem Olga: Antonio Fagundes  

Voz off personagem Marli: Tony Ramos

Sinopse

Dona Lola é uma dona de casa que tem sua vida transformada ao se tornar um fenômeno das  redes sociais com os vídeos postados pela sua neta. Após o inesperado sucesso, ela, incentivada por suas amigas mais próximas, decide se apresentar no teatro mesmo não sendo atriz, não tendo um espetáculo e muito menos sabendo o que dizer. Claro que as presenças mais aguardadas na plateia são as das amigas, mas, por motivos distintos, elas não comparecem à apresentação, o que resulta na ira de Dona  Lola, que acaba expondo a vida de suas amigas e, de certa forma, dizendo muito sobre si mesma

Serviço

Dona Lola, com Marcelo Médici

Temporada: 11 de outubro a 14 de dezembro de 2025

Aos sábados, às 21h30, e aos domingos, às 19h30

Teatro Renaissance – Alameda Santos, 2233, Cerqueira César, São Paulo

Ingressos:  R$140 (inteira) e R$70 (meia-entrada)

Vendas online em https://teatrorenaissance.com.br/

Venda presencial de sexta a domingo, das 14h até o início do espetáculo.

Bilheteria: (11) 3069-2286

Duração: 80 minutos 

Classificação: 12 anos 

Capacidade: 432 lugares 

Acessibilidade: Teatro acessível a cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida 

DestaquesTeatro

Espetáculo MEMÓRIAS DO VINHO é prorrogado no Teatro Renaissance, agora com Elias Andreato e Caio Blat no elenco

Matéria e foto: Divulgação

Elias Andreato e Caio Blat interpretam pai e filho em Memórias do Vinho, último texto escrito para teatro pela saudosa Jandira Martini, que faleceu em janeiro de 2024, em colaboração com Maurício Guilherme. A peça inédita foi criada a partir de uma ideia do produtor Fernando Cardoso, que produz a peça ao lado de Roberto Monteiro, seu sócio na Mesa2 Produções.

Com direção de Elias Andreato, que agora entra no elenco ao lado de Caio Blat, o espetáculo fica em cartaz até o dia 28 de setembro de 2025.

Tomando como contexto o fascinante universo dos vinhos, capaz de resgatar a História da humanidade desde tempos imemoriais, a peça retrata o reencontro entre pai e filho que estão afastados há muitos anos. Reunidos por pura necessidade, o filho vê na adega do mais velho uma chance de sair da ruína financeira vendendo algumas garrafas.

A preciosa adega, formada por garrafas colecionadas como antigos presentes, compras de oportunidade e raridades arrematadas em leilões caríssimos, representa uma espécie de biblioteca de memórias – muitas delas difíceis de serem degustadas. E, no meio das garrafas, o filho encontra um diário secreto dos vinhos, escrito pelo pai, contendo informações detalhadas sobre quando cada garrafa foi adquirida e aberta.

O curioso diário, capaz de despertar prazer em qualquer enólogo, conta não apenas a trajetória da adega e dos vinhos contidos nela, mas a história de toda uma vida. No entanto, inesperadas revelações mudam o rumo desse encontro, transformando-o em um tenso acerto de contas. Estariam pai e filho prontos para um brinde final?

“Essa história revela o aspecto efêmero que só o teatro é capaz de registrar – em oposição direta ao contexto atual, no qual imagens e sons são captados freneticamente por smartphones e câmeras. Não seria esse um ponto de encontro entre Vinho e Teatro – ambos criados pelo deus Baco para celebrar o prazer de viver intensamente o momento?”  Comenta o produtor Roberto Monteiro.

Memórias do Vinho é apresentado pela Mesa2 Produções.

Sobre Jandira Martini

Com quase seis décadas de carreira, Jandira Martini se manteve no hall das atrizes mais reconhecidas e respeitadas do teatro brasileiro. Licenciada em Letras (UniSantos) e na Escola de Arte Dramática da Universidade de São Paulo (EAD-USP) atuou em mais de 20 espetáculos teatrais, 10 novelas e diversos filmes e minisséries.

Jandira também foi diretora, produtora e autora teatral premiada. Ganhou os prêmios APCA de melhor autora por “A Vida é Uma Ópera”, “O Eclipse” e “Porca Miséria”, que também recebeu os prêmios Shell e Mambembe. “Por Sua excelência, o Candidato” venceu o prêmio Molière.

Ela faleceu aos 78 anos, em 29 de janeiro de 2024, e deixou dois textos teatrais inéditos: “Em Busca do Bonde Perdido” e “Per Bacco – Memórias do Vinho”.

Sobre Maurício Guilherme

Maurício Guilherme é formado pela Faculdade Santa Marcelina de São Paulo, com licenciatura em Artes Cênicas, além de cursos complementares na Escola Macunaíma e no Instituto Indac. É autor e diretor de teatro, roteirista de televisão e cinema há mais de 30 anos.

Tem sua carreira associada a grandes nomes do cenário artístico nacional, tais como Jô Soares, Marco Nanini, Juca de Oliveira, Marcos Caruso, Laura Cardoso, e Bibi Ferreira, entre outros.

Sinopse

É na valiosíssima adega da família que Daniel pai e Daniel filho, afastados há anos, se reencontram. A coleção de vinhos do pai, que reúne compras de oportunidade, antigos presentes e garrafas arrematadas em leilões frequentados pelos muito ricos, pode ser a solução para um projeto pessoal do filho. Mas inesperadas revelações e até um secreto diário de vinhos, escrito pelo pai, muda o rumo desse encontro, transformando-o em um tenso acerto de contas. Estarão os dois preparados para um brinde final?

Ficha Técnica:

Autores: Jandira Martini e Maurício Guilherme

Direção: Elias Andreato

Elenco: Elias Andreato e Caio Blat

Assistente Direção: Rodrigo Frampton

Cenário: Rebeca Oliveira

Contrarregra: Tico (Agilson dos Santos)

Figurino: Mari Chileni

Camareira: Gisele Pereira

Iluminação: Cleber Eli

Operação de Luz: Ian Bessa

Operação de Som: Eder Soares

Trilha: Elias Andreato

Fotos: Nana Moraes

Design e Identidade Visual: Rodolfo Rezende / Estúdio Tostex

Assessoria de Imprensa: Pombo Correio

Produção Executiva: Elisangela Monteiro

Direção de Produção: Fernando Cardoso e Roberto Monteiro

Realização: Mesa2 Produções

Serviço:

Memórias do Vinho, de Jandira Martini e Maurício Guilherme

Temporada até 28 de setembro – sábados às 21h e domingo às 19h.
Atenção: sábado, dia 20 de setembro, a sessão será às 21h30.
Não haverá sessões nos dias 6 e 7 de setembro de 2025.

Teatro Renaissance – Alameda Santos, 2233 – Jardim Paulista, São Paulo

Ingressos: R$ 150 (inteira), R$ 75 (meia-entrada)

Lotação: 432 lugares

Venda online pelo SAMPA INGRESSOS: www.sampaingressos.com.br

Bilheteria (sem taxa de conveniência): aberta 2 horas antes das sessões.

Classificação: 12 anos

Duração: 70 minutos

Capacidade: 432 lugares

Acessibilidade: Teatro é acessível a cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida

Bilheteria (sem taxa de conveniência): aberta de sexta a domingo a partir das 14h até o início do espetáculo.

Ingressos: Ingressos ANTECIPADOS R$ 100,00 disponíveis para a venda até domingo dia 15/06

Acessibilidade: O teatro comporta 432 pessoas, sendo 412 poltronas numeradas e oito espaços para cadeirantes. Dentre os 412 lugares fixos nós temos: 8 poltronas “Assentos Obeso” e outras 8 poltronas para deficientes visuais com espaço reservado para o cão guia.

* O comprovante de meia-entrada deverá ser apresentado na entrada do espetáculo.